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Chincho Cabrón

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Você sabia que a cachaça foi o primeiro destilado da América Latina? E foi no Brasil que tudo começou, quando escravos descobriram a poção mágica entre os rejeitos da cana de açúcar que eram dados aos animais. Não se sabe exatamente aonde, mas em algum lugar do litoral brasileiro, entre os anos de 1516 e 1532, que a história começou.

Se os russos são conhecidos por suas vodcas, com certeza o brasileiro deveria ser cachaceiro com orgulho, mas infelizmente boa parte da nossa população vê a cachaça como bebida de boteco para bêbados e moradores de rua.

Daniel Coelho é colecionador de cachaças. Na foto, uma raríssima Taça de Ouro, lançada para comemoração do título da Copa de 70. (Arquivo Pessoal)

Para o advogado e colecionador de cachaças Daniel Alexandre Coelho, essa visão se formou por causa do preço baixo e a péssima qualidade das cachaças disponibilizadas no mercado antigamente; realidade que mudou quando Anísio Santiago, fundador da Cachaça Havana, revolucionou a produção da bebida, trazendo mais padrão e qualidade. “Atualmente a cachaça deixou de ser essa bebida marginalizada, sendo inclusive exportada para vários países. Arrisco a dizer que nossa cachaça, sem modéstia, é o melhor destilado produzido no mundo! Torço para que esse preconceito enraizado caia de vez por terra”.

Nas últimas décadas o grupo de defensores e apreciadores da cachaça foi crescendo e novas marcas começaram a entrar no mercado, até que formou-se a Cúpula da Cachaça, em 2013, que fundou uma revista anual sobre o tema, e, em 2014 o “Ranking Cúpula da Cachaça”, para avaliar os melhores destilados brasileiros. Isso colocou, de vez, a bebida no mapa, já que mais de 200 veículos de comunicação do Brasil e exterior noticiaram seus resultados.

O negócio é sério e acontece em 3 etapas: a primeira com votação online do público de até três cachaças disponíveis e registradas no Brasil que considerem as melhores. De lá, saem as 250 mais votadas, quando, na segunda fase, cerca de 40 especialistas sem vínculos formais com empresas produtoras das cachaças concorrentes elegem as 50 melhores cachaças do Brasil.

Na terceira e última etapa, a Cúpula da Cachaça se encontra para três dias de degustação às cegas das 50 cachaças que passaram pelo voto popular e pelo crivo dos especialistas. A degustação é totalmente às cegas, em garrafas numeradas sem rótulo, avaliando em três categorias: 1. cachaças que não passam por madeira; 2. cachaças armazenadas e envelhecidas e  3. cachaças premium e extra-premium. A cachaça que com a melhor nota nas três categorias, leva o título de Cachaça do Ano.

A VIII Cúpula da Cachaça aconteceu em Analândia (SP), em março deste ano e elegeu as melhores cachaças do Brasil, segundo os especialistas:

Cachaças armazenadas em inox

Cachaças produzidas em larga escala, de maneira industrial

Vencedora: Tiê Prata

Teor alcoólico: 42%

Quanto custa? Em média, 60 reais.

Produzida em Aiuruoca (MG), entre as montanhas das Terras Altas da Mantiqueira, na Fazenda Guapiara, que foi fundada há mais de 300 anos quando o ouro foi explorado na região

Seguindo as tradições do sul de Minas Gerais, a cachaça é fermentada por leveduras selvagens, seguindo a Escola do Fermento Caipira. A destilação é feita em alambique de cobre aquecido a lenha.  Após a destilação, a cachaça é armazenada em dornas de aço inoxidável – sem agregar cor, aromas ou sabores da madeira ao destilado, mantendo os aromas da cachaça purinha.

Segundo o site da marca, ela é ideal para consumo puro ou em coquetéis. Na cozinha, harmoniza muito bem com pratos mais pesados, como massas.

Cachaças armazenadas/envelhecidas

Cachaças armazenadas em recipientes de madeira em períodos não inferiores a 1 ano.

Vencedora: Leblon Signature Merlet

Teor alcoólico: 42%

Quanto custa? Em média, R$ 80.

A Cachaça Leblon Signature Merlet é uma cachaça produzida por estrangeiros na cidade de Patos de Minas, em Minas Gerais. Envelhecida por 2 anos em madeira de carvalho francês, ela obtém notas de frutas secas, mel, nozes e passas. O aroma é vivo e frutado e o sabor é leve e muito rico.

Deve ser consumida pura e harmoniza bem com carne vermelha, churrasco em geral, peixes e também com frutas e doces, como chocolate.

Cachaças Premium/Extra Premium

Cachaças 100% de pureza, envelhecidas em madeira em tempo superior a 3 anos, ao qual adquire características sensoriais diferenciadas, comprovadas por laudos emitidos pelo Mapa (Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento).

Vencedora: Companheira Envelhecida

Teor alcoólico: 40%

Quanto custa? Em média, R$ 300.

Produzida no Vale do Rio Ivaí, em Jandaia do Sul (PR), a cachaça Companheira Extra Premium é uma bebida que passa por um processo artesanal detalhado, que começa com o plantio de uma variedade da cana com um alto teor de açúcar, onde a colheita é feita somente no inverno com uma poda manual.

A fermentação é feita com leveduras autóctones em dornas de inox. Após a fermentação, o vinho de cana é levado para destiladores de cobre desenhados por Natanael Bonicontro, criador da Companheira.

Após a destilação, a cachaça é envelhecida em barril de carvalho francês e carvalho americano de 200 litros por oito anos.

A Companheira Extra Premium tem uma cor uniforme e maciez na boca, o que configurou muitos prêmios na categoria, dentre eles duplo ouro em 2018 no Concurso Mundial de Bruxelas.

Esta também foi eleita pela Cúpula da Cachaça 2020 como a Cachaça do ano, por ter a pontuação mais alta entre todas as concorrentes.

Dica: a Cachaça Companheira pode ser utilizada pra flambar o Banoffee. Fica ótimo. Também vai bem com bombons, caju, frutas adocicadas e carne vermelha.

Se você se empolgou para experimentar essas cachaças, aqui vão algumas dicas do colecionador de cachaças Daniel Coelho:

. A forma correta de beber é sempre em copo de vidro, de preferência em um cálice, no intuito de verificar sua pureza e oleosidade, características da boa cachaça.

. A cachaça pode ser consumida antes, durante e após o alimento de sua escolha, mas lembramos que deve ser consumida de forma moderada.

. Para armazenar corretamente, mantenha a garrafa em temperatura ambiente, não exposta ao sol. Recomenda-se sempre mantê-la em pé e de preferência, após aberta, lacrar com rolha.

Como Harmonizar Cachaças

O que vale é o equilíbrio. Ao degustar um prato temperado, a pedida é uma cachaça que não foi armazenada em madeira (branca, de preferência armazenada em inox).

No caso de churrascos, peixes e assados, o colecionador recomenda uma cachaça amadeirada (as populares “amarelinhas”, pois tais pratos fazem uma bela harmonização com as mesmas).

Para a realização de drinks, também é recomendada as cachaças brancas, sem descanso em madeiras.

É isso pessoal, bora fortalecer essa bebida brasileira que ainda tem muito a crescer pelo nosso país.

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Na Argentina e no Uruguai é comum o hábito de fazer um bom churrasco com vinho mas, no Brasil, isso ainda é raro e a parceira ideal da carne assada ainda é a cerveja – ou uma boa caipirinha.

Agora, com maior oferta de cortes especiais e as novas técnicas de churrasco, está crescendo uma cultura do churrasco com vinho no acompanhamento, desde a entrada com frango e linguiça, até às carnes suculentas, como o ancho e o chorizo.

Na Argentina, a forma mais comum de se introduzir vinhos no churrasco é de acordo com a carne a ser servida.  Por lá, começam com os vinhos mais leves e a intensidade vai aumentando conforme o teor de gordura e a suculência da carne – vinhos encorpados, como o tinto para carnes mais gordurosas e os vinhos mais leves para cortes com pouca gordura ou frango, por exemplo. É comum servir rótulos diferentes durante a mesma reunião, a depender do tipo de carne oferecido ao longo do churrasco.

Se você entender bem de vinhos e de carnes, fica ainda mais fácil: basta observar a acidez, os taninos e o amargor, para encaixar com as características da carne.

Guia simples e prático

Linguiça: vá de um tinto mais leve na entrada, como um Chianti, mas pela gordura e sabor forte, alguns especialistas sugerem também um espumante rosé, que limpa o paladar.

Frango: carne branca pede vinho aromático e com acidez equilibrada como os Sauvignon Blanc. O coraçãozinho harmoniza perfeitamente com  Pinot Noir.

Picanha: um corte nobre pede um vinho à altura, então o indicado são os vinhos feitos com uvas Malbec, com taninos firmes e boa acidez.

Fraldinha e Maminha: carnes mais fibrosas e macias, porém com menos gordura, então não exigem vinhos muito encorpados. Os rótulos elaborados com as uvas Merlot casam perfeitamente e descem macio.

Costela: uma das carnes com mais gordura, pede uma harmonização mais corpulenta como dos vinhos tintos Cabernet ou Chianti. No entanto, se ela for acompanhada de molho barbecue, é mais indicado um feito com uvas Syrah.

Costela suína: Geralmente servida mais temperada com especiarias, a costela suína acompanha sempre um tinto com corpo médio, boa acidez e notas de pimentas e especiarias. Um vinho aconselhado, neste caso, é um tinto espanhol.

Carne de porco: opte por vinhos de taninos mais suaves, porque são peças delicadas e que podem ter seu sabor comprometido com uvas mais fortes. Boas opções são os vinhos brancos feitos com Riesling ou, para quem prefere vinhos tintos, a Cabernet Sauvignon.

Ancho e chorizo: aposte em vinhos com mais acidez e taninos presentes, já que o tanino contrasta com a suculência da carnes, como um Malbec argentino, ou mesmo um Tannat uruguaio.

Dica plus não tão churrasqueira

Peixes e frutos do mar: ao contrário das carnes vermelhas eles são mais leves, assim como a carne de aves, o que cai muito bem com vinhos brancos, espumantes e vinhos rosés.

E aí cabróns, prontos pra ousar?

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Assim como a busca por um estilo de vida mais saudável, com prática de esportes, meditação a alimentação natural, muita gente acabou deixando de lado o uso de remédios no dia a dia e, não por acaso, um assunto que cresce cada vez mais é a utilização de óleos essenciais e aromaterapia.

A aromaterapia é uma técnica natural que utiliza o aroma e as partículas liberadas por óleos essenciais para estimular diferentes partes do cérebro, o que causa uma resposta em todo o corpo, trazendo o resultado esperado.

Existem óleos para combater praticamente tudo, desde insônia, depressão, resfriado, até rugas, questões de aparência e pensamentos limitantes – tudo de maneira natural. Mas atenção, saúde não é brincadeira, por isso existem profissionais habilitados em aromaterapia ou naturopatia para orientar na escolha dos óleos essenciais.

Além dos óleos essenciais básicos, as marcas ainda têm seus blends com misturas especiais, poupando o trabalho de fazer combinações para potencializar os efeitos. Mas, nossa intenção hoje é te ajudar a montar uma “farmácia” natural básica então…

Confira 10 óleos essenciais que você precisa ter em casa:

Alecrim: cansaço mental, falta de memória, dificuldade de concentração, dor de cabeça, enxaqueca, dores musculares e dores articulares.

Bergamota: pode ser usado nos momentos de estresse, já que relaxa e acalma a mente e o coração ansioso. Por auxiliar no entendimento das emoções e dos nossos conflitos internos, essa substância também ameniza os distúrbios de ansiedade. Ainda pode se útil no tratamento de infecções da pele e má digestão.

Camomila: Excelente calmante, sedativo e anti-inflamatório, útil em problemas como conjuntivites, dores reumáticas, nervosismo, insônia e até atua como vermífugo.

Canela: ajuda a controlar o açúcar no sangue, atua no cansaço físico ou mental, tonturas, irritabilidade, dor de cabeça, falta de concentração, cólicas menstruais e dificuldade em relaxar. Super potente contra bactérias difíceis de tratar.

Eucalipto: problemas respiratórios, dor de cabeça, enxaqueca, dores musculares, febre e tensão muscular. Pode ser utilizado em receita de pasta de dente natural também.

Jasmim: Acalma os nervos e estimula as emoções por penetrar no plano emocional de forma delicada, porém profunda, sobretudo quando empregado na massagem. Consegue restaurar a confiança, o otimismo, a energia e a vitalidade. É um poderoso afrodisíaco, atua em problemas respiratórios, excesso de estresse, depressão e tensão muscular.

Lavanda: excesso de estresse, dor de cabeça, resfriados, insônia, irritações na pele e problemas respiratórios.

Limão: atua com a falta de concentração, ansiedade, excesso de estresse, falta de energia, sistema imune enfraquecido, dor de cabeça, má digestão, detox do organismo e febre.

Tea tree ou melaleuca:  estimula a circulação e o sistema imunológico, melhora crises respiratórias como resfriado, bronquite, sinusite, infecções da boca e garganta (gengivas inflamadas, dores de dente, aftas). Auxilia no combate à acne, além de ser benéfico contra seborreia, caspa, herpes labial, infecção por fungos, micoses, verrugas, pé de atleta e mau cheiro nos pés.

Ylangue-Ylangue: potente contra a ansiedade, excesso de estresse, dor de cabeça, náuseas, pressão alta, problemas
intestinais e na redução no crescimento de pelos.

E como usar os óleos essenciais?

Há diversos modos de utilizar os óleos essenciais, vamos às mais comuns:

Inalação

Desta forma, as propriedades desses óleos chegarão diretamente ao nosso sistema nervoso central o qual irá processar as informações e enviar sinais para todas as partes do corpo o quais irão executar as informações recebidas. Por exemplo, em um processo infeccioso, utilizamos a inalação de óleo de limão e tea tree, o cérebro receberá a informação para ativar a resposta imune do corpo ativando as células de defesa (glóbulos brancos principalmente) às quais se encaminharão para o local da infecção, restaurando a saúde do corpo.

Inalação por difusão: pode ser feita com um difusor de aromas frio – que mantém as moléculas dos óleos essenciais no ar intactas durante horas – ou de calor, que necessitam de temperatura controlada entre 50°C e 60°C, para não alterar a composição química dos óleos. Na inalação por difusão é recomendado utilizar de cinco a 20 gotas, dependendo da concentração do óleo.

Inalação direta: trabalha diretamente o humor e as emoções. Basta segurar o frasco de óleo essencial próximo do nariz ou pingar de uma a três gotas nas palmas das mãos, esfregar, aproximar do nariz em forma de concha e aspirar.

Algodão ou difusor pessoal: você também pode pingar poucas gotas de óleo essencial em um algodão, fronha do travesseiro, pano ou em um colar difusor pessoal para ir inalando ao longo do dia ou noite.

Na pele

Quando utilizamos os óleos aplicados sobre a pele, eles serão absorvidos e atuarão no local desejado. É importante utilizar um carreador como os óleos vegetais para facilitar a absorção e evitar que o óleo essencial evapore antes de cumprir o seu objetivo.

Ingestão

O uso interno diretamente na boca, misturado em água, cápsula ou na comida e sucos é uma forma de internalização dos óleos essenciais. Mas somente os óleos essenciais 100% puros podem ser utilizados dessa forma e, atualmente, apenas duas marcas garantem este tipo de atualização em alguns dos seus óleos ou blends. Se informe antes de usar e o faça com acompanhamento.

E aí curtiu? Conta pra gente se você já conhecia ou utiliza os óleos essenciais no seu dia a dia.

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Se tem uma coisa que prende a nossa atenção é um belo suspense. Pode ser o programa ou texto mais bizarro do mundo, mas, se você tiver curiosidade pra saber como acabou, vai ver até o final.

Por isso os filmes de terror fazem tanto sucesso, muito embora pareça esquisito querer assistir algo e ter medo de ir no banheiro a noite. Eu sei que você sai correndo pelo corredor de olhos fechados pra não ver nada, cabrón.

Já que estamos à beira de um halloween pandêmico e já indicamos filmes de terror por aqui (aliás, aproveita pra conferir esses títulos), resolvemos trazer pra vocês alguns crimes sem resolução, teorias da conspiração e histórias mal assombradas, pra animar um pouquinho esse Dia das Bruxas.

Pegue sua lanterna, se esconda embaixo do lençol e vem passar medo com a gente com essas 3 histórias macabras que já aconteceram na vida real:

  1. Annabelle

Se você não viu o filme, com certeza sabe que se trata de uma boneca mal assombrada, igual ao Chuck – Brinquedo Assassino, que assustou gerações e deixou muita gente ressabiada com suas bonecas.

O longa da Ananabelle foi lançado em 2014 e rendeu centenas de milhões ao produtores, principalmente por se tratar de uma história baseada em fatos reais, que são um pouco diferentes do filme.

Muitos acreditam que a Annabelle original seja responsável por duas experiências de quase morte, um acidente fatal e uma série de atividades demoníacas que perduraram por quase 30 anos.

A primeira dessas histórias macabras teria acontecido em 1968 logo depois de uma mãe ter dado a boneca à sua filha Donna, uma enfermeira de 28 anos que morava com sua colega, Angie.

A boneca ficava na sala sentada com aparência alegre, mas as meninas começaram a notar que ela se movia por conta própria. Certa vez ela apareceu no quarto em cima da cama, mesmo com a porta trancada.

Depois, começaram a encontrar papeis escrito “Me Ajude” pela casa – e em papel vegetal, que elas não tinham guardados no apartamento.

A verdadeira boneca Annabelle que inspirou o filme. (Reprodução)

As coisas aconteciam de uma maneira sutil, até que o namorado de Donna, Lou, estava sozinho no lugar, quando ouviu um barulho no quarto. Ao ir averiguar, viu que não tinha ninguém, nem marcas de entrada na janela, mas viu Annabelle deitada de bruços no chão. Quando olhou pra ela, ele sentiu uma dor latejante em seu peito e ao olhar para baixo, viu marcas de garras ensanguentadas correndo por ele, desenhando a marca da besta em seu peito.  Dois dias depois a marca desapareceu sem deixar rastro.

Então o casal e amiga decidiram chamar uma médium para resolver o problema. Depois de uma sessão espírita, a médium disse que a boneca era habitada pelo espírito de uma criança chamada Annabelle, cujo corpo havia sido encontrado anos antes no local onde o prédio foi construído – e que ela só queria atenção e ser amada.

Com dó, elas decidiram permitir que o espírito habitasse o corpo da boneca, mas pouco a pouco foram se assustando ainda mais com as manifestações sobrenaturais no apartamento, então acharam por bem chamar diversos padres para desfazerem a possessão.

Para isso, retiraram a boneca da casa e colocaram em uma caixa de vidro selada no Museu Oculto, que pertence a Ed e Lorraine Warren, o casal de investigadores paranormais mais famoso do mundo. Mas logo no caminho a boneca mostrou as garras: Lorraine alegou que os freios pararam ou falharam várias vezes, o que quase resultou em um desastroso acidente. A mulher afirmou que, assim que Ed tirou a água benta de sua bolsa e jogou na boneca, o problema com os freios desapareceu.

Depois, não importa onde colocassem a caixa de vidro, ela aparecia em outro lugar. Mesmo que tivesse trancada em algum cômodo.

Os Warrens decidiram então prender Annabelle em uma caixa de vidro e madeira especialmente fabricada, sobre a qual inscreveram algumas orações. Pelo resto da vida, Ed repetia periodicamente uma prece sobre a caixa, garantindo que o espírito sinistro e a boneca permanecessem calmos e presos. Um tempo depois, um padre visitou o local e zombou das capacidades demoníacas da boneca. Indo pra casa, o clérigo relatou ter visto Anabelle no retrovisor logo antes de sofrer um acidente gravíssimo, que deu perda total no seu carro.

Hoje em dia o casal Warren já partiu pra outro plano, mas a boneca continua no Museu Oculto para exibição junto a tantos outros itens  de histórias macabras. Não há nenhuma prova da veracidade das histórias, mas Anabelle continua vivíssima nos filmes e imaginário do público.

Inclusive eu to sentindo uma presença aqui atrás de mim, e se essa matéria não chegar ao final, você já sabe…

  1. Música suicida

Ninguém pode negar que uma música é capaz de alterar completamente nosso estado de espírito. E isso pode acontecer pro bem e pro mal.

A situação pode ficar ainda mais grave quando falamos de pessoas que sofrem de depressão e com tendências suicidas. Uma música da Hungria, chamada “Gloomy Sunday” (Domingo Sombrio), foi tida como responsável por ao menos 100 suicídios ao redor do mundo – inclusive do seu próprio compositor, Rezso Seress.

As más línguas dizem que Seress levou um fora da namorada em 1933, situação que o deixou completamente depressivo. “Gloomy Sunday” seria uma forma de desabafo. Outros rumores dizem que, na verdade, a música fala da tristeza com a situação do mundo, das guerras e até mesmo de previsões apocalípticas.

Como um compositor na batalha, Seress ficou ainda mais triste porque a música emplacou somente dois anos depois, quando foi regravada por Pál Kálmar. Na época em que a música estourou, muitos suicídios aconteceram na Hungria e ao investigar, muitos estavam relacionados à música. Devido à gravidade da situação, as autoridades proibiram a reprodução da canção.

A censura só aumentou o interesse pela música e em 1936 Gloomy Sunday já tinha sido traduzida para o inglês e regravada. Em 1941, Billie Holliday regravou a musica depressiva e a BBC considerou ela triste demais pra ser tocada, mas os norteamericanos não sofreram nenhum tipo de proibição.

Desde então, a música é lembrada nos jornais sempre que acontece um caso de suicídio relacionado a canções depressivas. Como na década de 80, quando um menino se matou após ouvir “Suicide Solution”, de Ozzy Osbourne.

A repercussão acabou virando roteiro do filme alemão “Ein Lied von Liebe und Tod”, algo como “Domingo sombrio – uma música de amor e morte”, que foi lançado em 1999. O enredo é baseado em um triângulo amoroso, uma música triste demais e uma corrente de suicídios.

E o compositor da música?

Na Segunda Guerra Mundial o compositor foi capturado por nazistas e enviado a um campo de concentração, de onde ele conseguiu fugir. Depois, acabou trabalhando no circo como trapezista. Nunca mais suas músicas fizeram sucesso.

E lembra da ex-namorada? Depois de ficar famoso com a música,  Seress tentou se reconciliar com ela, mas pouco tempo depois ele ficou sabendo que a ex tomou um veneno e se matou. Ao lado do corpo estava a letra da música escrita em uma folha de papel.

Até que em 1968, Seress pulou da janela do prédio onde morava em Budapeste e rendeu mais um carma negativo sob a canção. Sobre a letra, ele declarou: “Eu chorei todas as tristezas de meu coração nessa música, e parece que outras pessoas, com sentimentos como os meus, encontraram sua própria dor”.

Obs. Não colocamos a letra aqui pra não causar gatilhos.

  1. Leões assassinos

Em 1898, durante a construção da ferrovia que ligaria o Quênia à Uganda, muitos dos trabalhadores começaram a desaparecer ou tinham seus corpos encontrados pelos colegas. Ele estavam construindo uma ponte sobre o rio Tsavo e terminar a obra parecia impossível.

Durante 9 meses da construção da ponte, o engenheiro inglês responsável pela obra, John Henry Patterson teve inimigos ferozes: dois leões que atacavam, matavam e devoravam seus funcionários.

Não importa o quanto eles tentavam proteger o acampamento, as feras entravam, colocavam o terror e chegavam até mesmo a expulsar os trabalhadores do rio.

O engenheiro decidiu acabar com a carnificina e armou emboscadas até conseguir atirar em um dos leões. Ele não morreu e voltou durante a noite, sendo alvejado mais uma vez por Patterson, até que foi encontrado morto no dia seguinte.

O segundo leão continuou a fazer vítimas sozinho até ser atingido pelo chefe da obra com 11 tiros. Estima-se que os leões tenham feito em torno de 135 vítimas.

O primeiro leão, morto por John Henry Patterson. (Divulgação)

O mais bizarro é que humanos não fazem parte da dieta dos felinos e além de matarem e devorarem suas vítimas, os leões, metodicamente, deixavam a cabeça das vítimas intactas. Por isso, chegaram a conclusão de que não era leões, mas animais demoníacos.

A história intrigante acabou virando filme “A Sombra e a Escuridão”, com Michael Douglas e Val Kimer, baseado no livro escrito por John Henry Patterson: The Man-Eaters of Tsavo.

Se liga no trailer do filme, de 1996:

E de onde saíram essas, existem muitas outras histórias de terror da vida real. Se você conhece alguma, conta pra gente nos comentários.

Feliz Dia das Bruxas e cuidado com seu pé descoberto durante a noite.

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No dia 9 de outubro comemoramos o Dia Nacional da Sobremesa, uma data definida pra comemorar nossos docinhos, que acabou sendo incorporada ao calendário de restaurantes e confeitarias de todo o Brasil. Antes tarde do que nunca, demos uma de Rubinho e viemos falar um pouco sobre o tema, além de trazer uma deliciosa receita de banoffee.

Com camadas de banana, doce de leite e chantilly, a banoffee é uma torta criada na Inglaterra nos anos 1970,  com base de massa de biscoito. Com uma receita relativamente nova, o chef inglês Ian Dowding fez o estômago do mundo todo com essa torta especial.

Mas cabróns, desde quando existem as benditas tortas?

Foi na Grécia antiga que a torta surgiu e caso você já tenha dito que “isso aqui é coisa dos deuses”, realmente, acertou!

Ela era uma oferenda que os humanos ofereciam à Deusa Ártemis, divindade ligada às colheitas, à natureza, à caça e à fertilidade, por isso a forma tradicional do doce é redonda, símbolo da lua, seus ciclos e fertilidade.

A história do surgimento da torta explica também a sua presença obrigatória nas comemorações como almoços de família, aniversários e festividades natalinas,  já que o doce também era um símbolo de celebração da vida e do nascimento.

No Brasil, as tortas são levadas ao forno, feito com massa de farinha e recheadas normalmente com carne, camarão, palmito ou ingredientes doces, como a torta holandesa, que é a mais consumida por aqui.

Já os nossos irmãos portugueses  a consomem no formato de um bolo enrolado, como um rocambole.

Curiosidade

A torta Holandesa, que leva biscoito de maisena e chocolate, ao contrário do que o nome sugere, vem de Campinas (São Paulo) e não da Holanda.

A receita foi criada por Sílvia Leite em 1991, quando era proprietária de um café no centro de Campinas e deu o nome ‘holandesa’ às tortas em homenagem aos bons momentos que viveu na Europa.

E de onde vem a sobremesa?

Nos banquetes da Idade Média a mesa era posta completa, com carnes, ensopados, pães, tortas, queijos, frutas, bolos, mel. Ninguém diferenciava os pratos e tudo era comido ao mesmo tempo.

A mistura de alimentos mostrava a riqueza e a fartura e quanto mais tivesse, melhor. Foi somente em 1533 que Catarina de Médici saiu de Florença para se casar com o futuro rei francês Henrique II, levando muitos livros de receitas e os cozinheiros de sua corte.

Foi só então que mulheres passaram a ser aceitas nos banquetes, e os súditos aprenderam a comer com garfos e a saborear a sobremesa apenas ao final da refeição.

Alguns séculos depois, foi que a ideia de apresentar os pratos numa certa ordem foi aceita completamente, e os cardápios começaram a ser elaborados dos salgados para os doces.

A vantagem foi a organização da cozinha e a degustação dos pratos salgados quentinhos antes de partir pra sobremesa.

Se esse papo deu água na boca, vamos então à receita de Banoffee, pra você fazer bonito no próximo almoço de domingo (inclusive contar de onde vem as tortas e sobremesas):

 

 

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Decoração costuma ser uma coisa que todo mundo gosta, mas nem todos podem gastar boa parte da sua renda com isso. É imensamente agradável ver móveis e itens bonitos pela casa e é assim que se forma a sensação de um lar, mas, por se tratar de um gasto “supérfluo” perto das contas do dia a dia, muita gente deixa a decoração pra depois.

Maaaas, a internet trouxe um presente nos últimos anos, que é a divulgação dos “Diy’s”, sigla em inglês de Do it Yourself (faça você mesmo), com zilhões de ideias em conta e reaproveitamento de materiais para decoração em casa.

Se você quer dar um upgrade na sua casa, temos 5 dicas de diy’s criativos que você pode fazer agora mesmo:

  1. Nichos feitos de palito

Os nichos para colocar livros, vasos de plantas, toalhas ou itens da cozinha estão super em alta, mas costumam ser salgadinhos apesar de, em sua maioria, serem pequenos. Então, com pouco dinheiro, você pode comprar palitos de sorvete, tinta em spray, cola quente ou branca e preparar o seu próprio nicho.

Defina o formato, tamanho e espessura e vá colando os palitos até ficar do jeito que você quer. Depois é só pintar ou envernizar e colocar na parede.

2. Parede de tijolinhos de isopor

Esta ideia é um pouco mais trabalhosa e pode levar algumas semanas, mas com certeza vale a pena. Primeiro, porque é lindo, segundo porque fica barato e terceiro porque é reversível, então se você mora em casa alugada, pode tirar quando for se mudar.

Materiais necessários:

  • Folhas de isopor 10 mm
  • Régua
  • Estilete
  • Lápis ou caneta
  • Cola de isopor
  • Ferro de solda
  • Base para corte

Como fazer:

Passo 1: medir o isopor e cortar – você escolhe o tamanho que deseja fazer, a sugestão é de 20 cm x 8 cm. Faça uma marca no isopor com o lápis ou caneta e depois corte com o estilete. Veja se a lâmina esta bem nova, para que fique um corte bem preciso.

 Passo 2: moldar com o ferro de solda.  Basta ligar na tomada e deixar esquentar, depois, com aquela parte bem fininha, faça uns desgastes no meio, nas laterais de cada tijolinho, para ficar com aspecto bem natural. Para fazer um arredondamento em todas as bordas, use a parte mais gordinha da ferramenta, próximo ao parafuso. Basta encostar bem de leve e que ele já vai tomando forma.

Passo 3: limpe bem a parede e vá colocando alguns pingos de cola em cada tijolinho e vá colando – segure um tempo para a cola pegar bem. Comece com uma carreira de tijolos inteiros, na segunda fileira, comece com 1/2 tijolo, assim vai ficar com aquele aspecto desencontrado.

Você pode iniciar de cima ou de baixo e, entre cada tijolo, dê espaçamento de um dedo. Quando tiver espaços que não cabem direito deixe para o final, aí você recorta o tijolo do tamanho que precisa e preenche a lacuna.

Depois de todos colados, volte com o ferro quente e faça mais algumas ranhuras pra ficar bem parecido com o natural.

Passo 4: agora parta para a pintura, a etapa mais demorada.  A sugestão é que a pintura seja realizada com um pincel para conseguir que a tinta entre bem nas ranhuras. Faça quantas demãos forem necessárias.

A cor pode ser branca simples ou você pode misturar com corante verde e marrom para dar uma cor. E pronto, sua parede simples ganha uma cara totalmente nova e estilosa.

Foto: ehdecor

 

3. Mesa lateral com lixeira

Super acessível e fácil, esta ideia pode transformar uma simples lixeira em uma mesa de canto pra sua casa. E a decoração pode ir além, com um vasinho na parte interna da mesa.

Materiais

  • Lixeira de metal da altura que você quiser a mesa
  • Pedaço redondo de madeira ou a parte de cima de um banco de madeira
  • Vaso da sua preferência
  • Barbante
  • 3 dobradiças pequenas
  • Gancho
  • Furadeira

Modo de fazer:

  • Primeiramente, utilize a parte superior do cesto de lixo como molde e risque o circulo na madeira;
  • Em segundo lugar, parafuse as 3 dobradiças em 3 pontos no círculo que foi riscado na madeira;
  • Logo após, faça um furo no meio do tampo para enroscar o gancho;
  • Em seguida, faça um suporte de macramê para colocar o vaso com a planta na parte de dentro da mesa;
  • Por fim, basta colocar o tampo e sua mesa lateral estará pronta!

 

Foto: maniadedecoracao

 

 

4. Porta talher com lata

Esse fica bem fofo, principalmente se você tem pouco espaço em casa. Você vai precisar separar algumas latas, pode ser de molho de tomate ou maiores, de leite em pó. Limpe-as e tire os rótulos. Com um spray fosco, você pode pintar de uma cor dentro e outra fora, por exemplo, preto e branco.

Com uma furadeira e broca fina, faça um furo em cima das latas, um pouco abaixo da borda. Depois, separe um pedaço de madeira em que caiba três latas de cada lado, e as parafuse na frente e no verso.

Depois, faça uma alça com um pedaço de cinto velho e parafuse na parte de cima da madeira. E pronto!

Foto: UOL

 

5. Painel boho com franjas

 

Para fazer esta decoração você vai precisar de barbante em três cores diferentes,  cavilha, tesoura, corda e fita métrica.

Marque 10 cm das pontas da cavilha para dentro. Coloque um barbante na marcação e vá preenchendo com outros da mesma cor e mude para outra na largura que optar.

Para finalizar, prenda uma corda para poder pendurar o painel e corte em diferentes alturas os barbantes de cores diferentes para dar um style.

Foto: Reprodução westwing

Não dá mais pra reclamar que as coisas estão feias em casa, né cabróns? Bora por a mão na massa!

 

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Seja no hambúrguer, na salada, petisco ou com churrasco, a maionese é um item que dá aquele toque a mais e vai praticamente com tudo, tornando aquilo que já é bom, melhor ainda.

Hoje em dia um grande diferencial de hamburguerias é a preparação de maioneses especiais da casa, o que com certeza é um diferencial na hora da concorrência. Em casa, também se tornou comum a preparação de diversos tipos de maionese pra dar aquela valorizada nos petiscos e pratos.

Mas, você tem ideia de onde veio a maionese?

Umas das histórias mais interessantes sobre sua origem aconteceu em 1756, quando se iniciava a Guerra dos Sete Anos (1756 a 1763).

O rei francês Luis XVI ordenou ao terceiro Duque de Richelieu, que conquistasse aos ingleses a ilha Minorca, nas Baleares. A primeira cidade a ser conquistada pelo Duque foi a cidade de Mahon.

Para comemorar essa vitória o cozinheiro do Duque foi incumbido de preparar um “banquete”, mas com a escassez dos alimentos devido a guerra, o chef se viu sem natas para fazer o molho para acompanhar a comida.

Então ele decidiu utilizar azeite, ovos e sal para fazer o molho e, como foi um sucesso, decidiram batizar a receita em referência à primeira conquista, a cidade de Mahon: daí veio a mahonaise.

Mas foi só em 1905 que Richard Hellman, um alemão proprietário de uma loja em Nova Iorque, usou a receita da sua esposa e começou a vender maionese pronta em potes de madeira. Em 1913, já em potes de vidro, a maionese Hellman’s começou a ser produzida em larga escala, mais próxima do que conhecemos hoje.

Agora que você conhece a história…

Pode contar pros seus amigos quando tiver fazendo aquela maionese caseira mucho louca que nós vamos ensinar aqui.

A base é a receita básica da maionese. Esta rende quatro porções:

Ingredientes

  • 3 ovos grandes (ou ovo pasteurizado, que é mais seguro)
  • 1 pitada de sal
  • 1 colher (sopa) de vinagre ou limão
  • Óleo

Modo de preparo

Coloque todos os ingredientes no liquidificador, menos o óleo. Bata ligeiramente e coloque o tampo no liquidificador.

Com ele ligado, vá acrescentando o óleo até dar o ponto. Quando ele endurecer, pare, pois é o ponto

E bora incrementar?

  1. Maionese com o Molho Sriracha Tradicional

Se a maionese for acompanhar um prato que combina com alho e um sabor mais acentuado de pimenta, coloque sem dó nosso Sriracha Tradicional. Vai com sopas, petiscos, carnes, ovos, queijos…se acrescentar um cream cheese, fica obsceno.

  1. Maionese com Barbecue Porco Moiado e Mostardinha Caipira Americana

Ácido e picante, o Porco Moiado casa bem com a Mostardinha e a maionese. Vai dar bão com saladas, legumes gratinados, frango, cachorro quente ou lombo.

Vá dosando os ingredientes de acordo com o sabor que deseja acentuar.

  1. Maionese e Molho Sriracha Bacon

Essa é aquela mistura óbvia, mas que supera expectativas. Vai ficar de outro mundo com hambúrguer, onion rings, costelinha de porco e linguiça.

  1. Maionese verde com Molho Budweiser Citric

Ingredientes da maionese:

250 ml de leite

sal

3 a 4 colheres de sopa de cebolinha

1 pitada de orégano

Meio limão espremido

E dente de alho pequeno picado em pedaços

Óleo

Modo de preparo

Coloque o leite gelado, e vá adicionando o óleo até engrossar. Depois adicione todos os outros ingredientes e bata até ficar homogêneo. Esprema o limão no final para dar o ponto final e misture mais um pouco no liquidificador.

Feita a maionese verde, adicione o nosso Molho de Pimenta Lupulada Citric Budweiser. Com sabor fresco e cítrico, vai dar um toque especial em frutos do mar, carnes magras, tacos e comidinhas de boteco.

Dica Extra:

Se você é vegano, pode apostar na maionese de abacate, que fica divina com batatas rústicas ou um bom assado de tubérculos e legumes.

Maionese de abacate vai bem com legumes. (Reprodução)

Ingredientes

1 abacate grande maduro

1 dente de alho amassado

1 e ½ limão espremido

2 colheres de sopa de azeite de oliva

Sal e pimenta do reino a gosto

Preparo

  • No liquidificador, bata todos os ingredientes até obter uma mistura homogênea e lisinha. Prontinho! Rápido e delicioso, mas tem que consumir rápido para não oxidar (mesmo na geladeira).

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Nosso país tropical, abençoado por Deus e bonito por natureza tem uma coisa que quase nenhum outro lugar tem: a diversidade. Com a mistura cultural formada desde o descobrimento, muitas receitas ao redor do mundo se tornaram praticamente nossas, desde a pizza, macarronada, feijuca e até o queijo.

Alguns lugares do mundo são conhecidos como a capital do queijo, como a Espanha, com seu  Queso de Cabrales; Sardenha, com os queijos italianos que vão do pecorino ao Blue Cheese ou a França, com queijos Camembert.

Mas, o que pouca gente sabe é que o Brasil tem uma variedade de queijos que foram premiados no ano passado em um torneio internacional de qualidade de queijo em solo francês, o Mondial du Fromage et des Produits Laitiers.

Nesta copa do mundo de queijos e produtos à base de leite, o Brasil teve 58 medalhas, quatro deles premiados na categoria mais importante, a super ouro.

Os critérios da equipe julgadora envolveram textura, sabor e aparência e o destaque colocou o país na rota de exportação e despertou o interesse de outras regiões do mundo.

Se você é um maluco por queijos (e quem não é?) separamos alguns dos premiados no torneio internacional e seus usos, pra que você conheça essas maravilhas:

Curado Fazenda Santuário do Mergulhão

Feito num braço de dois quilômetros do Rio São Francisco, Silmar de Castro e seu marido Vicente fabricam um canastra tradicional delicado, úmido, amarelo suave, feito com leite cru de qualidade. Ele vai bem com café, goiabada, geleia picante (que tal um sweet chilli?) e doces cremosos.

Este ganhou um super ouro com um queijo maturado por três a quatro meses, e a prata, para um com quatro a cinco meses de maturação.

 Névoa das Vertentes do Rancho das Vertentes

O primeiro queijo de cabra brasileiro com uma premiação em um concurso internacional, levando um ouro.

Produzido em Barbacena (MG), este é um queijo fresco inspirado no Crottin francês com um moderado e aromático sabor de leveduras e uma textura fina e úmida coberto com carvão vegetal e mofos brancos. Quando matura, o queijo adquire uma casca esbranquiçada, ligeiramente rugosa, com uns leves indícios de bolores brancos e pretos.

Harmoniza muito bem com espumantes e vinhos brancos, castanhas em geral, mel, frutas secas e geleias como a de maracujá são igualmente bons companheiros desses queijos.

Queijo do Ivair Rótulo Black Reserva

Como sugere o próprio nome, o queijo do Ivair José de Oliveira e sua mulher, Lúcia, são semelhantes ao Brie Francês. Eles são os principais especialistas na fabricação do queijo “mofado”.

O Rótulo Black, premiado com o super ouro, é feito com leite cru retirado à tarde, mais gorduroso, e maturado por 25 dias em média. A produção é limitada em 12 peças por dia.

Ele combina muito com vinhos brancos encorpados, tintos de média estrutura e cervejas IPA. Você também pode usar em receitas com carne e no contraste com alguns doces.

O casal ainda tem uma medalha de bronze com o Rótulo Verde, feito com leite colhido de manhã e 35 dias de maturação. Você pode utilizá-lo em compotas, geleias, café e até numa omelete.

 

Canastra Queijaria Vale da Gurita

Do arquiteto e empresário Arnaldo Adams Ribeiro Pinto, em Delfinópolis no coração da Canastra, este queijo é macio, pouco ácido, levemente picante e muito versátil.

Vai bem com goiabada, compotas, carnes e geleias tradicionais ou temperadas. Também harmoniza com café, cervejas pilsen e vinho branco com acidez presente. Bem curado, você pode substituir pelo parmesão.

 

Queijo Cuesta 8 meses da Pardinho Artesanal

Elaborado artesanalmente a partir do leite cru de vacas da raça Gir, criadas no pasto da Fazenda Sant’Anna em Pardinho (SP), este também levou um super ouro no ano passado.

Elaborados em antigos tachos de cobre, em seguida os queijos passam por um processo de maturação de 8 meses sobre prateleiras de madeira, em caves subterrâneas, que garantem estabilidade de temperatura e umidade, condições ideais a todo o processo de afinagem. Durante sua maturação nas caves o queijo entra em contato com um fungo especial, responsável principalmente por seu visual rústico, que contrasta com o seu sabor suave, cremoso, adocicado, com notas amendoadas.

Pode-se comer a casca, de sabor levemente amargo.

Acompanha bem vinhos brancos com boa acidez, de preferência minerais. No prato, faz boa companhia a compotas, geleias e mel. E substitui com maestria os queijos italianos na massa à carbonara.

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A quarentena pelo Coronavírus mudou radicalmente nossos hábitos e a rotina. Se antes a gente podia reunir com os amigos em um barzinho, fazer um rolê gourmet na rua, em casa ou um bom churrasquinho…hoje temos que prezar pela nossa saúde e a dos outros – e o isolamento social ainda é necessário.

Com isso, muitos acabam ficando em casa e deixando de ver os amigos, submersos no mundo da Netflix, onde já nem sabem mais que série ou filme ver – porque já zerou todos. Isso sem contar quantas vezes você acaba atualizando o feed em busca de novidades. Puro tempo perdido.

Uma opção divertida, que trabalha o cérebro e ainda pode gerar momento entre amigos são os jogos por aplicativo com a ajuda do Discord, um servidor de chat de voz gratuito que pode ser usado como um bate-papo durante as partidas pelos participantes.

Sugerimos 6 jogos por app para você trabalhar a cachola durante o isolamento e ainda reunir a galera:

Uno

Responsável por destruir muitas amizades – porque ninguém aceita perder -o jogo de cartas Uno foi o programa mais baixado desde que as medidas de isolamento se intensificaram.

Você pode jogar do modo clássico, usar as regras da casa ou criar as suas próprias em uma sala com seus amigos. Também é permitido jogar em equipes de 2 contra 2, participar de torneios e ganhar recompensas.

Gartic

Gartic é um jogo de desenhos online cujo objetivo é acertar o que o outro jogador está desenhando. Lembra do Imagem & Ação? É quase a mesma coisa.

Com até 10 participantes por sala, a cada rodada um é designado para desenhar uma palavra sorteada, enquanto os demais jogadores devem acertar o desenho. Vence aquele que atingir a maior quantidade de pontos.
Você pode escolher um tema de palavras (geral, objetos, alimentos, animais, verbos, profissões, desenhos animados ou filmes) e chamar os amigos pra cair na risada quando ver os “garranchos”.

WAR

Se você virava a noite com os amigos jogando WAR, esta pode ser a hora de matar saudades sem se privar do sono. Na versão digital, o jogo de estratégia leva até 45 minutos.

As opções de jogo são: modo local, onde é possível que joguem até seis players em um mesmo smartphone ou tablet, como se fosse um tabuleiro digital; sozinho contra o computador (este funciona offline); modo online, com 3 a 6 pessoas com um sistema de inteligência que seleciona o adversário ideal e a sala de amigos, com até 5 pessoas em diferentes dispositivos.

Call of Duty


Se você ama a franquia Call of Duty, provavelmente também vai gostar da versão mobile do jogo. Você pode jogar sozinho no Battle Royale com 100 jogadores ou em equipes de até 10 pessoas  nos mapas famosos das franquias Black Ops e Modern Warfare, como Nuketown, Crossfire e Hijacked.

Personagens que também são famosos podem ser escolhidos, como John Price, David Mason, Alex Mason e Simon “Ghost” Riley.

O jogo é gratuito, mas para dar um turbo pra ganhar mais skins e personagens é preciso investir no passe de batalha.

Futebol Rumble Stars

 

Uma liga de futebol acontece neste jogo em que você pode jogar seus Rumblers para a posição perfeita e construir combinações estratégicas para vencer os oponentes com belos gols.

É possível jogar contra amigos e outros jogadores ao redor do mundo em tempo real e os personagens atuam com base na física, exigindo combinações inteligentes pra vencer.

A plataforma permite criar clubes, conversar com outros jogadores e criar parcerias para subir nas posições. É possível também criar desafios em partidas privadas e criar novas táticas assistindo a uma TV dentro do jogo.

Perguntados

Se você é fanático por conhecimento através de jogos de perguntas e respostas, este é pra você. Você pode jogar contra um amigo ou qualquer usuário do mundo e uma roleta seleciona o tema da pergunta.

Ao todo são seis categorias de desafios: Entretenimento, Ciência, Esportes, Geografia, História e Artes. Em cada partida, você deverá responder as trivias de maneira correta – serão quatro sugestões para escolher apenas uma certa -, ou dará a vez ao seu adversário. Para vencer, um dos oponentes deve obter todos os seis personagens que representam cada categoria de perguntas.

O game ainda possui um sistema de chat, onde os usuários podem conversar enquanto estiverem disputando uma partida.

E aí, qual deles é a cara da sua galera?

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Levanta a mão quem engordou alguns quilinhos durante a quarentena! O isolamento social, a grande oferta de delivery’s, somados ao sentimento de incerteza e ansiedade foi um grande catalizador dos maus hábitos alimentares e só quem foi capaz de manter o foco continuou treinando em casa.

Se você faz parte dos 99,9% que acabou caindo no sedentarismo e na comilança, esta é a hora de virar o jogo, porque ainda dá tempo.

Apesar das academias e atividades ao ar livre estarem liberadas, o risco de contaminação ainda é grande e fazer os exercícios em casa com certeza é uma opção mais segura – e você pode fazer sem máscara.

As atividades ficam ainda mais estimulantes se você chamar alguém da família pra fazer junto, porque um pode estimular o outro e não deixar desistir.

Para treinar em casa você não precisa de nenhum aparelho ou apetrecho, uma vez que a maioria dos aplicativos e canais do Youtube oferecem milhares de opções apenas com o peso do corpo. Mas, se você quiser aumentar o conforto e a intensidade pode começar com um kit básico:

– colchonete, toalha ou edredom para os exercícios de chão

– faixa elástica de tensão

– peso para os exercícios de braço e caneleira para as pernas

– corda

Mas, destes, o único que faz falta é o colchonete, porque fazer alguns exercícios direto no chão pode causar dores e machucados.

Agora que você não tem mais desculpa, liga o som e confere esses 4 apps para treinar em casa:

Nike Training Club

Com centenas de treinos disponíveis gratuitamente, o app ainda permite a escolha entre exercícios de força, resistência e mobilidade, de acordo com o seu objetivo.  Se você quiser cuidar da mente e do corpo, ainda tem aulas de yoga. Os treinos são separados por níveis: iniciante, intermediário e avançado.

Um destaque do Nike Training é o conteúdo de grandes estrelas do esporte patrocinadas pela Nike, como Michael Jordan, Cristiano Ronaldo e Serena Williams. Dos apps para treinar em casa, este é o mais conhecido.

Freeletics Training

O diferencial do Freeletics é um coach de inteligência artificial que vai adaptando os treinos com base no seu perfil. Você vai fornecer informações como gênero, objetivo, nível de condicionamento, peso e altura para receber sugestões de programas de exercícios.

As atividades podem ser de força, queima de gordura, condicionamento físico e corrida, que você pode fazer sem equipamentos em casa e com o peso do corpo. Tudo é explicado por meio de vídeos.

Seven

Se você tem pouco tempo pra se exercitar, acabaram suas desculpas. O Seven oferece sequências de atividades com duração de apenas 7 minutos, porém de alta intensidade. As séries são de 30 segundos, com 10 de descanso.

Um instrutor virtual personaliza os circuitos as orientações vem com ilustrações animadas de como fazer os exercícios. Com o passar do tempo, é possível desbloquear treinos específicos para partes do corpo.

Daily Burn

Com mais de cem exercícios para diferentes níveis de preparo físico, este app oferece, em sua maioria, opções em cardio, força e yoga. As séries são sugeridas por um preparador físico e têm cerca de 30 minutos.

A vantagem é que o aplicativo pode transmitir os vídeos das aulas para a TV, caso você tenha Chromecast ou uma Smart TV que espelhe a tela do celular.

 

Bora treinar? Conta pra gente qual dos apps para treinar em casa deu certo pra você.

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