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Chincho Cabrón

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Se tem um francês que conquistou o coração do Brasil nos últimos anos, este é sem dúvidas o chef de cozinha Erick Jacquin. Revelado ao grande público no programa Masterchef, ao lado de Paola Carosella e Henrique Fogaça, julgando uma competição de cozinheiros no horário nobre da Band, não demorou a conquistar programas solo.

Primeiro, em 2016, ganhou seu reality show, O Mundo de Jacquin, na FOX Life, mas foi em 2019 que o meme “Desliga o frizê a notch?” ganhou a internet depois do primeiro episódio da segunda temporada de Pesadelo na Cozinha, que estreou em 2017.

Desde então, o chef se tornou um “meme ambulante”, com direito a filtro do Instagram e o “grupo onde fingimos ser o Erick Jacquin”, no Facebook. Por lá, só é permitido falar com o sotaque do chef – e é impossível ler algo sem ouvir a voz dele automaticamente.

É cada absurdo mostrado nos restaurantes do programa, que a audiência fica na expectativa para cada episódio novo, porque é impossível não sentir um misto de emoções, que vai desde o nojo e indignação à felicidade de ver que no fim – quase – tudo dá certo.

Por isso, selecionamos os cinco melhores episódios pra você que ainda não conheceu esta maravilha gastronômica televisiva e que gosta de ir do ódio ao amor em poucos segundos. Todos os episódios estão disponíveis no YouTube e é bem capaz que você decida maratonar depois de ver o primeiro… E não é propaganda!

  1. Pé de Fava

Claro que o número 1 tinha que ser o restaurante nordestino Pé de Fava… ops, quer dizer, Saborear, São Jorge ou Varandas? Isso porque na fachada tinha dois nomes diferentes, além de outro no cardápio e mais um no uniforme dos funcionários.

No estabelecimento localizado em Guarulhos, a bagunça já começava por aí, mas o pior ainda estaria por vir a cada dez segundos do programa. O chamariz era o self-service – fora do foco nordestino – que estava dando prejuízo para o dono. Intitulado como cachaçaria, o local disponibilizava apenas um tipo da bebida. E se o bairro onde fica o Pé de Fava é o da Tranquilidade, a cozinha era a do inferno.

O dono Fábio apavorava todos na cozinha, berrando, xingando funcionários e colocando a culpa de tudo que dava errado na equipe e na esposa Sâmia, que tinha que aguentar o chato no restaurante e em casa.

Mas o pior mesmo foi quando Jacquin descobriu que na parte superior do restaurante ficavam estocadas as carnes, e, ao abrir um dos freezers e ver o tanto de comida estragada chegou a vomitar em uma das panelas. Foi aí que um funcionário revelou que Fábio deixava o freezer desligado a cada 12h, para “equilibrar as contas e não ficar no vermelho”.

Daí Jacquin surtou, o chamou de “vergonha da profissón” por “desligar o frizê a notch”, mandou Fábio calar a boca e, aos berros expulsou todos os clientes do salão pelo “bem da saúde deles”.

Essa foi a cara do chef ao ter a notícia:

Reprodução

Apesar da irreverência e má educação de Fábio, o restaurante foi reformado, o cardápio recebeu alguns toques e freezers e estoque de carnes podres foram extintos.

  1. Bawarchi

No último episódio da 2ª temporada de Pesadelo na Cozinha, Jacquin foi investigar de perto os problemas do restaurante indiano Bawarchi, que fica na Vila Mariana, em São Paulo. Muito simpático, o proprietário Ajay contava somente com funcionários do continente asiático, que mal sabiam falar português, principalmente o garçom Rajveer, que entendia errado os pedidos, causando confusão no salão.

– é a primeira vez que estou trabalhando de garçom

– fazia o que antes?

– eu trabalhava de jardineiro

– quase a mesma coisa – ironizou Jacquin.

Além dos funcionários iniciantes no ramo, a limpeza foi um dos aspectos que mais chamou atenção, pois parecia que a cozinha não via uma bucha há séculos. Todos os freezers, gavetas, fogão e aparelhos estavam completamente imundos, e até baratas andavam pelas prateleiras.

Reprodução

Na hora de provar os pratos, o chef não gostou nada da apresentação, com a comida grudando no papel toalha e o sabor muito forte, longe de agradar o paladar brasileiro.

Não faltaram cenas de brigas entre o chef e os funcionários, que se recusavam a atender às exigências e críticas de Jacquin. “Isso aqui não é restaurante, é uma vergonha”, exclamou o chef, que disse que esse foi um dos maiores desafios do programa, chegando quase a desistir.

  1. Hero’s Burguer

Essa é a prova de uma decoração impecável nem sempre significa que a comida é boa. Chegando à hamburgueria em Pinheiros, Jacquin se perguntou o que estaria fazendo ali.

O casal Sibele e William comprou a Hero’s Burguer na cidade de Jaú e transferiu para São Paulo, com a esperança de bombar na cidade grande. Com a temática super-herois, realmente o restaurante chama a atenção, mas o problema começava na fumaça que inundava o salão, porque a coifa não funcionava.

Entre os funcionários, uma guerra, estimulada pelo genioso chef Marco, que, indignado com a péssima estrutura da cozinha e pela falta de dinheiro dos donos, explodia o tempo todo. Ele chegou até mesmo a brigar com Jacquin e abandonar o trabalho, indo embora.

Reprodução

A falta de liderança dos donos, que nunca tinham trabalhado no ramo gastronômico e a guerra entre garçons e o pessoal da cozinha tornavam o ambiente caótico, o que refletia nos hambúrgueres, que eram péssimos.

Uma passagem digna de lembrança é o pedido do dono para que não lavassem o chão da cozinha para economizar água. Jacquin ficou indignado.

O desafio foi unir proprietários e funcionários, lembrando o porquê de estarem em São Paulo neste projeto. Vale a pena assistir, e apesar de Marco dar nos nervos, ele acaba conquistando nosso coração.

  1. Sal e pimenta

 Este é aquele episódio que vale a pena ver só pra ver a arrogância escorrendo pelo ralo. Prestes a fechar, o restaurante de comida portuguesa Sal e Pimenta já havia recebido prêmios e sido reconhecido por anos seguidos por publicações do ramo gastronômico, mas depois de ser comprado pelo pai e filho Ari e Vinicius Gonzales, que pouco entendem de cozinha, foi pouco a pouco beirando a falência.

Com o pai pronto pra ir viver na praia e o filho, um ex-militar, flertando com o desemprego, o restaurante foi selecionado para o programa e os donos decidiram lhe dar uma última chance.

Apesar de precisarem de todas as dicas possíveis, os dois estavam relutantes em ouvir os comentários negativos feitos por Jacquin e rebatiam todas as críticas. Então, Jacquin chamou o crítico de gastronomia do jornal Estado de S. Paulo, Luiz Américo Camargo para avaliar a comida do restaurante. Ele já havia escrito uma crítica positiva sobre o Sal e Pimenta em 2008, e voltou para ver como estava uma década depois. Não demorou para decretar que os pratos perderam a qualidade: “O bacalhau não dá pra comer, enjoativo, gorduroso. Esse restaurante deveria ser chamado de SPA, porque você não consegue comer o couvert, a salada, deixa o prato pela metade e sai magrinho”.

O ápice foi quando Vinicius afirmou que Jacquin deveria ter inveja dele, e que não poderia dar opinião sendo que ele faliu seu próprio restaurante.

Foi aí que Jacquin decidiu reviver seu pior pesadelo e voltar pela primeira vez ao seu antigo restaurante, o “La Brasserie”, que fechou em 2013, pois viu que só assim teria o respeito dos participantes. “Esse aqui foi o sonho da minha vida. Eu não fechei por falta de qualidade ou porque os clientes reclamavam. Eu fechei porque eu não tinha clientes o suficiente, com certeza”. O Brasserie ficava na rua mais cara de São Paulo, tinha 90 funcionários e o aluguel custava R$ 60 mil por mês.

Reprodução

Pai e filho ficaram de boca aberta e caíram na real e no fim Vinicius ainda aproveitou para pedir um estágio para Jacquin, que contratou o rapaz para trabalhar em seu restaurante Tartar & Co como voluntário.

Apesar dos esforços do programa, que transformou o local em um restaurante de culinária contemporânea, o Sal e Pimenta acabou fechando as portas pouco tempo depois.

  1. El Maktub

 Outro local que também foi salvo da falência foi restaurante árabe El Maktub, localizado na zona leste de São Paulo. A surpresa começou logo na entrada, com a disponibilização de preservativos em um suporte na parede. Jacquin ficou chocado e se questionou se o local se tratava de um restaurante mesmo.

Reprodução

Ao contrário do que parecia, o negócio era de família e se tratava de honrar as origens da matriarca, que já havia partido. Porém, o que atrapalhava era justamente isto: a mãe do dono, Kadige, estava empregando a família inteira, sem poder arcar com tantos funcionários e carregando alguns folgados nas costas.

Sem contar que Kadige é uma figura e com sua personalidade forte teve algumas cenas de deboche com Jacquin e chegou a xingá-lo e querer que ele fosse embora. “Eu não sei se ele é chato ou se ele é fofo”, foi uma frase usada por ela, que com certeza você também, lá no fundo, já pensou.

O chef também não gostou muito do show de dança do ventre que rolava no meio do jantar, mas que atraía bastante clientes, e acabou mantendo a a atração de uma maneira menos invasiva nas mesas. A decoração e a reforma também ficaram simplesmente incríveis!

 

Tem mais algum episódio legal pra indicar? Fala aí nos comentários!

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Já faz um tempo que as hamburguerias invadiram o Brasil, e, se antes eram exclusividade de grandes redes internacionais como McDonald’s e Burguer King, e para quem pudesse pagar por uma franquia dessa, hoje o mercado está bem mais acessível.

Você encontra uma hamburgueria ou food truck literalmente “em qualquer esquina”, principalmente depois que os hambúrgueres artesanais conquistaram nosso estômago com um sabor que deixa o fast food no chinelo.

A popularização foi positiva, mas, em contrapartida, é preciso destacar da forte concorrência, oferecendo qualidade, criatividade e preços que chamem a atenção do consumidor e o levem a escolhê-lo. Um grande chamariz para fazer diferente dos outros é apostar nos molhos e especiais do mês, onde você fica livre para criar com diversos produtos e especiarias que já temos no mercado, como a DECABRÓN.

Se você já tem uma hamburgueria ou pensa em começar um negócio no ramo gastronômico, com certeza já ouviu falar de fritadeira, chapa, coifa,  e itens básicos que são necessários para atender a clientela.

Mas fomos além e pesquisamos no The Burguer Store, o primeiro empório do Brasil voltado exclusivamente ao hambúrguer para trazer 5 dicas de itens que não podem faltar na sua hamburgueria e você nem imaginava que existiam. Eles vão facilitar – e muito – o seu trampo do dia a dia.

Manteigueira – você pode colocar o aparelho em cima da chapa e usar para passar a manteiga no pão ou hambúrguer de maneira uniforme e padronizada. Fica igual para todos os clientes e é econômico, porque vai sair na medida necessária, sem desperdício.

 

Modelador de hambúrguer – seja para fazer hambúrguer caseiro ou profissional, esse aparelho é prático e rápido para abastecer e operar. Ele produz hambúrgueres de 100 até 190 gramas em tempero único, o que padroniza a produção.

 

Espátula prensa – Sabe aquele hambúrguer do personagem Dudu, do Popeye? Ele sempre come um burguer prensado, em que a carne fica como uma crosta fina irregular saindo pra fora do pão. Esta é a nova tendência nas hamburguerias e se chama smash burguer, já famosos e servidos tradicionalmente no Bullger e no The Patties. Se você quiser inovar na sua hamburgueria e fazer um smash, vai precisar da espátula prensa, que pode ser utilizada em altas temperaturas em cima da chapa.

 

Dosador de molhos – este é um dispensador de molhos com controle de dosagem, feito para minimizar desperdícios, padronizar os produtos e agilizar o processo de preparo dos alimentos (melhorando a qualidade do produto final e reduzindo custos). O sistema de dispensar garante aproveitamento de 99% do que está no reservatório, o que diminui desperdício e facilita a limpeza. Outra vantagem é servir sempre a mesma quantidade de molho sempre, então os clientes sempre vão experimentar o mesmo sabor.

 

Régua para pães – Esta régua serve como gabarito para o corte padronizado de pães e comporta até 4 unidades simultaneamente. Vai aumentar a produtividade e garante a precisão de tamanho nas peças cortadas.

E aí, já dá pra começar a ficar mais profissa, né cabróns?

Se quiser aproveitar uma última dica, vá conhecer nossa linha Food Service, com embalagens com mais de um quilo de nossos temperos, condimentos e molhos de pimenta. Dá pra você usar e abusar da criatividade na cozinha, misturando e inventando novos sabores com nossos produtos. Daí vai fechar com chave de ouro e quero ver o cliente não voltar.

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Verão, férias, biquíni, bons drinks, diversão e…lugares lotados! É assim que costuma ser nas cidades mais baladas neste período do ano. Se você não foi, com certeza tem algum amigo que já marcou presença nas cidades praianas mais conhecidas, como Florianópolis, Ilhabela, Guarujá, Rio de Janeiro, Arraial do Cabo, Maceió, Natal e Porto Seguro. Aqui no velho oeste, é tradicional entre muitas famílias investir as economias em pacotes de viagem para Balneário Camburiú (SC) e, como se não bastasse a praia e a cidade completamente lotadas, você ainda pode encontrar seu vizinho peludo de sunga.

Alguns outros locais que até então eram bem calmos, também caíram nas graças da mídia e recebem milhares de turistas nesta época, como o Jalapão (TO) e Capitólio (MG), lugares com cachoeiras de tirar o fôlego e muitas atrações de água doce. Mas que, depois de ganhar os holofotes, também ampliaram o turismo e o número de visitantes.

Até aí nada de errado, já que tem muita gente que busca justamente o agito das praias e cachoeiras e uma vida noturna badalada. Mas, se você quer um pouco mais de calma e descanso ou até mesmo conhecer lugares menos explorados e com mais belezas naturais, esse post pode te ajudar. Ah, e não se esqueça que 2020 terá o dobro de feriados prolongados pra você aproveitar.

Selecionamos 5 lugares pouco conhecidos no Brasil que você pode incluir no seu roteiro de férias ou planejar com mais calma para os próximos meses, antes que virem modinha:

1. Nobres (MT)

Nem só de Bonito (MS) vive o centro-oeste. Ali do lado, no Mato Grosso, a tímida e exuberante cidade de Nobres chama a atenção.
Se você curte o contato com a natureza e quer aproveitar um ecoturismo mais em conta e menos explorado pelo ser humano, essa cidade com ar de interior é o lugar ideal.

Os rios possuem água cristalina e as cachoeiras e grutas tiram a zica só de olhar. A 150 km de Cuiabá, o período mais indicado para a visita é de abril a setembro, quando há menos chuvas e menos risco de ser vítima de uma tromba d’água, mas há quem prefira os períodos com mais água, com as cachoeiras mais exuberantes e a mata verdinha.

Poucos dias são necessários para conhecer os pontos principais, como O Aquário Encantado, um lugar escondido na mata com águas azuis e diversidade de peixes, que você pode conferir com um snorkel de pertinho dentro da água. Tem também a cachoeira Serra Azul, na cidade vizinha de Rosário Oeste, com uma queda d´água de 45 metros e um lindo lago cheio de peixes.

O Aquário Encantado fica no meio da floresta. (Divulgação)

Você também pode ir na Lagoa das Araras para contemplar o por do sol e a diversidade de aves; no Balneário Estivado, onde tem uma prainha formada por uma lagoa, ou fazer mergulho no rio Triste. Se gosta de aventura, pode ir a pé ou de boia cross para a Gruta Duto do Quebó, que tem um túnel de 280 metros de cumprimento.

A maioria das atrações fica em propriedades privadas em que cobram a entrada, mas ainda pode ficar mais em conta a hospedagem do que nos lugares tradicionais.

2. Ilha de Superagui (PR)

A 158 quilômetros da capital paranaense, este destino possui paisagens naturais e uma comunidade rústica e menos populosa do que os locais próximos. Com 38 quilômetros de costa, a praia Deserta é a maior, onde pode-se caminhar ou andar de bike por horas seguidas.

O local conta com o Parque Nacional de Superagui, uma área preservada com espécies que sofrem risco de extinção e raras, como o mico-leão-da-cara-preta e o papagaio-da-cara-roxa. Além disso, entre os meses de março e abril, ocorre a migração de aves dos países nórdicos para a ilha, e você pode encontrar espécies das mais variadas cores.

O Parque Nacional de Superagui tem espécies raras e vegetação preservada. (Divulgação)

O Parque também foi eleito Patrimônio Natural da Unesco em 1999, já que além da exuberância dos animais, ainda tem grande quantidade de árvores, como jacarandas, ipês, figos, orquídeas, caxetas, jevirás e palmeiras.

Para chegar à ilha, pode-se pegar um barco em Paranaguá e viajar por três horas, onde já começa o passeio. O destino fica no município de Guaraqueçaba, perto da divisa entre os estados do Paraná e São Paulo

3. Parque Nacional da Chapada das Mesas (MA)

Localizado no sul do Maranhão, o Parque Nacional da Chapada das Mesas possui 160 mil hectares de Cerrado e conta com inúmeras quedas d’água de tirar o fôlego, como a Cachoeira de Santa Bárbara, a mais alta do complexo, com uma queda de 70 metros de altura.

A queda fica no município de Riachão, onde você também encontra cinco cachoeiras incríveis, além do Encanto Azul e Poço Azul, duas piscinas naturais de água cristalina que se distanciam por 6 km uma da outra.

O Poço Azul tem águas cristalinas e perfeitas para banho.                              (Foto: Maladeaventuras.com)

O cerrado ainda possui florestas de buritizais, sertões e relevo de chapadas vermelhas, que compõem um estonteante conjunto de curiosas formações rochosas, cânions e cavernas.

As cachoeiras de São Romão, em Carolina e a Cachoeira da Prata, onde se pode praticar rappel e canionismo também se destaca por sua grandeza, mas outras atrações como o trekking até o Morro das Figuras, com inscrições rupestres e as trilhas ecológicas como a que leva até o Morro do Chapéu não deixam nada a desejar no quesito aventura.

Os aeroportos mais próximos são em Araguaína (TO), a 150 km e Imperatriz (MA), a 215 km do Parque Nacional. Os complexos de cachoeiras e as piscinas naturais cobram a entrada.

4. Pancas (ES)

A 180 km de Vitória, você pode encontrar o paraíso do turismo de aventura e das belas paisagens na cidade de Pancas. O local é cercado por montes e montanhas dos mais variados formatos, que formam os Pontões Capixabas com montanhas de mais de 700 metros de altura.

A cidadezinha tem trilhas, cachoeiras, turismo de aventura e rampas de vôo livre, como a Clementino Izoton, conhecida também como Rampa da Colina, que possui 565 metros de altitude, excelente para a prática de vôo livre e contemplação dos morros e uma magnífica vista de toda a cidade. O local sedia a etapa Capixaba de Vôo Livre e recebe praticantes de asa delta e parapente de todo o mundo.

Monumento Natural dos Pontões Capixabas (Foto: IcmBio)

Quem vai conhecer Pancas não pode deixar de lado uma visita à Pedra da Agulha, que fica a apenas 3 km do centro e é uma das maiores montanhas do Brasil (500m) e com a escalada mais difícil, indicada somente para os profissas, mas há também uma trilha que vai até a base da pedra, com duração de uma hora e meia de puro visual. A Pedra da Gaveta também é curiosa, pois tem um enorme buraco perto de seu topo, por isto leva este nome.

As cachoeiras do Bassani, que tem uma grande queda que termina em um poço, da Breda, da Santa Ana, do Moraes, que possui águas rasas para o banho e do São Luís são alguns dos destaques paradisíacos da região.

5. Areia Branca (RN)

O vilarejo e praia Ponta do Mel no município de Areia Branca é o único lugar em que o sertão encontra-se com o mar. O local é rodeado por falésias coloridas, dunas de areia claras e rosadas, voltadas para as águas marítimas.

Dunas claras e rosadas permeiam o mar no Maranhão. (Foto: Delson Cursino)

O local é pouco conhecido, até mesmo pelo povo potiguar e se destaca pela produção de sal e por sua vila de pescadores super gente boa. A cerca de três quilometros da vila, uma trilha pela vegetação de caatinga leva até as Três Cruzes, que foram colocadas durante a gravação do filme Maria Mãe de Deus, em cima de uma falésia enorme que dá vista para a praia da Ponta do Mel, a vila, o Farol e as Dunas do Rosado. Você pode pegar uma trilha na beira do abismo que leva até o Farol, que está lá desde o século 19 e possui uma vista magnífica.

E aí, bora comprar a passagem?

Conta pra gente se você também tem um secret point pra indicar pros amigos cabróns.

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Olhando até mesmo de perto ela parece inofensiva: vermelhinha, pequena e enrugada, mas dentro da boca é uma explosão de picância. É como se você comesse mil sóis de uma vez. E quem é doido de comer essa tal Carolina Reaper?

Quase todo mundo que curte pimenta, porque a gente gosta é do estrago! Não é a toa que nosso Papai Noel Morreu deste ano vem com essa belezinha aliada ao umâmi, o último sabor básico reconhecido pela ciência.  Não queriam que ardesse? Então toma, cabróns!

Mas vamos ao que interessa, que é a criação da Carolina Reaper, reconhecida como a pimenta mais ardida do mundo atualmente.

Como tudo começou

Recém-admitido na universidade de Michigan na década de 80 e se jogando nas festas de fraternidades, o jovem Ed Currie começou a se preocupar com o efeito que a vida louca poderia gerar na sua saúde. Ele começou a pesquisar e descobriu que indígenas que viviam ao redor do Equador não sofriam com doenças cardíacas ou câncer.E o que eles tinham em comum? Comer pimenta em todas as refeições, até mesmo com água.

“Inicialmente eu dizia que era uma preocupação com essas doenças, mas na verdade a pergunta era: como posso continuar festejando sem morrer?”, contou o agricultor ao site Thrillist.

De fato, diversos estudos têm revelado que a capsaicina – a substância que causa sensação de ardor nas pimentas – possui propriedades que combatem as células cancerígenas. A capsaicina faz com que essas células se autodestruam e costuma ser usada em tratamentos holísticos. No entanto, as evidências ainda não são sólidas o suficiente para desenvolvimento de medicamentos tradicionais.

Se aprofundando no mundo da picância, Ed acabou se classificando como um viciado pelo tempero, do tipo que consome pela emoção que ela causa e o agito entre a turma. Isso acontece porque a capsaicina envia uma mensagem ao seu cérebro e o engana, já que ele pensa que você está sendo queimado. Por sua vez, o cérebro responde liberando endorfinas (a maneira natural do corpo de aliviar a dor) e dopamina. Juntos, eles criam um sentimento eufórico muito semelhante ao causado por algumas drogas. “As pessoas dizem ‘isso melhora minha comida’, mas estão simplesmente ficando chapados”, afirma o criador da Carolina Reaper.

Depois de tantas festas da faculdade, a formatura e a década seguinte, Ed Currie decidiu se internar em uma clínica de reabilitação para seu vício em álcool e drogas. E, em 2001, voltando para a fazenda dos pais, na Carolina do Sul, foi que seu amor pelas pimentas floresceu.

Ele gostava de fazer experimentos e começou a desenvolver algumas espécies em busca de mais sabor, até que, um “acidente botânico”, como ele mesmo definiu, acabou se tornando uma vencedora do Livro dos Recordes.

“Eu não estava tentando criar a pimenta mais forte do mundo, mas sim algo que fosse bom, mas acabou ficando bem quente”, contou o agricultor.

Surpreso com a criação, Currie atestou que a Carolina Reaper tem em média 1.641 milhões unidades de calor Scoville (SHU), superando a detentora do recorde anterior, a Trinidad Scorpion, que possui 1,46 milhões de SHUs. Para se ter noção, uma pimenta jalapeño conta com apenas 8 mil SHUs.

A pimenta foi batizada como Carolina, por ser da Carolina do Sul e unida à palavra Reaper, que significa ceifeira, uma figura imaginaria que extingue a vida com uma foice.

Colocando no mercado

Mas não é só fazer um experimento que resulte em algo incrível para que ele se torne recordista e produzido em larga escala. O processo de aprovação de uma nova espécie é rigoroso e pode levar até uma década, já que é necessário que a raça cruzada se estabilize.

O agricultor ainda teve que contratar um químico e um geneticista, para acompanhar o processo ao longo dos anos. ”A partir daí, um laboratório de química precisa verificar uma média estatística das SHUs e só então você pode se inscrever no Guinness para obter um recorde mundial ou apenas obter um certificado do USDA que diz que é um híbrido estável, permitindo a comercialização”, disse ele.

No meio deste processo, Ed conheceu sua atual esposa em uma reunião dos Alcoólicos Anônimos e ela foi uma grande incentivadora de sua sobriedade e do seu novo negócio, que até então era só um hobby. “Fomos ao mercado de agricultores e, no primeiro final de semana, vendemos 800 dólares. Quando vi que poderíamos compensar alguns dos custos fazendo tudo isso, decidi iniciar a empresa”. Hoje a PuckerButt fatura atualmente 1 milhão por ano e é a maior fazenda de pimenta orgânica dos Estados Unidos.

Se você comer algo que leve Carolina Reaper por lá, provavelmente terá sido produzida nas terras de Ed.

Ele bateu seu próprio recorde

E quem pensa que Ed Currie parou por aí, está enganado. Sempre pesquisando e buscando novos cruzamentos entre espécies, o agricultor acabou criando uma pimenta ainda mais forte que a Carolina Reaper. Batizada como Pepper-X, a pimenta conta com 2,48 milhões de unidades de calor de Scoville, mas ainda não foi reconhecida pelo Guiness, uma vez que precisa passar por todos os processos de estabilização. Fizemos uma matéria sobre ela aqui.

E se você ficou curioso para experimentar a picância da Carolina Reaper, se joga no nosso molho Papai Noel Morreu, que foi cultivado aqui mesmo em terras brasileiras. Corre que a edição é limitada.

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Chegou o fim do ano, época de churrasco, confraternização, festas e reuniões entre familiares, amigos e a galera do trampo. Mas também é aberta a temporada do amigo-secreto, aquela celebração para dar um presente – ou zuar – alguém de surpresa.

Os mais tradicionais costumam ser o amigo-secreto, em que se sorteia alguém e revela-se somente na hora da entrega do presente e o inimigo-secreto – ou amigo da onça -, aquele em que você escolhe alguma característica ou história engraçada do sorteado e compra algo que reflita isso, levando todo mundo às gargalhadas.

E, quando queremos fazer algo diferente ou não correr o risco de errar no presente, também tem os clássicos amigo-chocolate e amigo-chinelo, em que o presente já é autoexplicativo. Mas se tem uma coisa que nunca falta é alguém insatisfeito com o regalo, já que pode dar algo caro e receber uma meia em troca. Por isso, muitos costumam estipular um valor, para que a qualidade seja ao menos parecida.

Se você já tentou esses tipos de amigo secreto na família e na firma, mas quer inovar neste ano, temos 7 ideias pra você tornar esse momento mais da hora:

  1. Amigo dança das cadeiras

Essa é pra relembrar a infância. Primeiro você precisa escrever ou colocar etiquetas numerando os presentes de acordo com o número de pessoas que forem participar.

Depois, disponha cadeiras pelo espaço, com uma a menos da quantidade de gente, assim como na tradicional brincadeira. Coloque alguém pra comandar a música, e, na hora que ela parar e todos se sentarem, aquele que sobrar deve pegar o presente de número 1 e assim por diante, de acordo com a ordem de eliminação.

  1. Amigo-surpresa

Como é difícil reunir todos para sortear com antecedência (apesar que alguns apps e sites já fazem esta tarefa), uma opção é o amigo-surpresa. Basta comprar um presente unissex de acordo com o valor combinado e, na hora, é feito um sorteio para saber quem vai ganhar o presente.

  1. Amigo-solidário

Já que é uma época que marca o amor ao próximo, os amigos ou família podem escolher uma instituição ou ONG e comprar presentes para entregar. Pode ser de idosos, crianças, animais, bairros carentes…e tudo pode ser levado na festa e ser entregue por algum representante, ou todos podem combinar de levar juntos, o que seria ainda mais legal para unir e trazer alegria a quem precisa.

  1. Amigo-cachaceiro

Se a turma que for participar curtir uns bons drinks, pode-se optar por presentear com cervejas artesanais, vinho, uísque ou destilados. Nesta modalidade é importante definir um valor, para que não fique injusta a diferença entre o que vai dar e receber. É divertido e proporciona experimentar bebidas diferentes. Se quiser pode misturar tudo na confraternização mesmo, só que a ressaca vai ser braba.

  1. Amigo-artesanal

Caso a galera tenha aptidões manuais, esta é uma boa opção para não gastar, já que cada um deve confeccionar o seu presente. Tem que ser de coração e feito a mão. É legal porque você sabe que seu amigo se dedicou e fez pensando em você.

  1. Amigo-roubado

Nesta proposta o segredo é o presente, não o amigo. Todos os presentes devem ser embrulhados de forma a disfarçar o que tem dentro e serem dispostos em uma mesa.

Depois, coloque o nome de todos em papeizinhos e quem for sendo sorteado, vai pegando um presente em cima da mesa, de acordo com o que chamar mais atenção. Porém, quem for sorteado depois, pode escolher algo da mesa ou roubar de quem já escolheu. O último tem quem pegar o que sobrar na mesa e não pode trocar. Além disso, a disputa pelo que todo mundo julga ser o melhor presente é hilária e nem sempre pode ser o mais útil ou bonito.

  1. Amigo-cabrón

E já que estamos entre aficionados por molhos de pimenta, por que não aproveitar e definir que o presente tem que ser da DeCabrón? Aposto que todo mundo vai gostar e podem entrar molhos, os sais e temperos para churrasco ou os produtos lifestyle, como facas, bonés e camisetas.

Na hora do sorteio, além do nome, a pessoa pode colocar algo que gostaria de ganhar, e o pedido pode ser feito junto para aproveitar o frete. Se for no estado de SP, o frete fica grátis a partir de R$ 150 em compras; já em SC, PR, MG, ES e RS,  acima de R$ 200 e nas demais regiões, acima de R$ 250 você também não paga pela entrega.

A surpresa fica por conta de quem é o amigo, onde o da vez pode ir falando características da pessoa antes de revelar.

Se você for participar de um amigo-secreto tradicional e quiser presentear com DeCabrón temos algumas sugestões, como o kit na base de madeira com os molhos Sriracha, Sriracha Bacon e Sweet Chilli, o combo Chupa Canguru, com molho de pimenta, Dry Hub, Barbecue e Mostardinha ou qualquer uma de nossas soluções para churrasco, confira no aqui.

É isso, pau na máquina e soca porva no moio nas festas de final de ano.

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“Nhaí, amapô! Não faça a loka e pague meu acué, deixe de equê se não eu puxo teu picumã!”.

Essa frase causou polêmica após aparecer em uma questão do Enem (Exame Nacional do Ensino Médio) no ano passado e questionava qual característica da linguagem pajubá, adotada pela comunidade LGBTQ+ (Lésbicas, Gays, Bi, Trans, Queer/Questionando) levou-a a ser considerada um dialeto para o patrimônio linguístico brasileiro.

A resposta, meus caros, é porque foram lançados formalmente dicionários do dialeto, como “Aurélia, a dicionária da língua afiada”, publicado em 2006 por Angelo Vip e Fred Libi, e, em 1995, o “Diálogo de Bonecas”, de Jovana Baby. O pajubá ou bajubá é uma série de palavras que tem sua origem no nagô e no ioruba, grupos étnico-linguísticos africanos, e considera apropriações linguísticas utilizadas por religiões afro-brasileiras e, principalmente, por homossexuais e travestis desde a Ditadura Militar, como uma forma evitar a repressão policial.

Polêmicas à parte é inegável que hoje muitas dessas expressões que nasceram em grupos LGBTQ+  figuram o dia a dia de grande parte dos brasileiros, como por exemplo, “aloka”, “lacrou”, “tô bege”, “contar um bafão ou um babado”, “arrasou”, “bofe”, entre outras.

 E você, tá ligadx nesse linguajar, maluco? Se não tá, confere o breve dicionário que preparamos para que você não fique de fora quando ouvir alguma dessas expressões por aí.

A

  • Arrasou ou ahazou – Expressão de admiração em relação a algo que alguém fez
  • Abalou – O mesmo que arrasou.
  • Alibã – Polícia.
  • Amapô – Mulher.
  • Aqué – Dinheiro.
  • Aquendar – Olhar, paquera
  • Atender – ficar com alguém, transar.

B

  • Babado ou bafo– discussão, conversa ou fofoca.
  • Bagaceira– De baixo nível
  • Barbie – Homem homossexual malhado e afeminado.
  • Bee– Nome meigo para amigo gay.
  • Bill – Gay, homossexual masculino.
  • Bilú – Homossexual metido a rico.
  • Bofe – Homem bonito.
  • Bolacha – Homossexual feminino.

C

  • Cheque – Cocô
  • Chuchu – Barba.
  • Carimbo – Doença sexualmente transmissível.
  • Carimbar – Transmitir doença.
  • Caminhoneira – mulher homossexual masculinizada
  • Carão – Fazer pose, debochar.
  • Chuca – Lavagem intestinal
  • Close – Pessoa metida.
  • Colar velcro – ato sexual entre duas mulheres.
  • Colocação – ficar louco, chapado

D

  • Demônio – Gay feio (a).
  • Dumdum – Pessoa negra.
  • Desaquendar – sair fora, deixar o lugar.

E

  • E aí? (INHAÍ) – Expressão de cumprimento, talvez a mais usada no meio homossexual. O mesmo que olá, como vai?
  • Ebó – macumba, trabalho
  • Edí – ânus
  • É tudo – Algo muito bonito e/ou interessante.
  • Entendida (o) – Lésbica, gay.
  • Elza – Roubar.
  • Equê – Mentira, sacanagem.

F

Fancha– sapatão, lésbica.

Flopado – zoado, quando não vai ninguém num rolê.

Fritar(tomar bala, doce) Usada para drogas como ácido, extasy, nas baladas, raves, etc. E para quem leva “pipoco”, tiro. Fritar também usada para definir quem dança durante muito tempo.

G

  • Gravação (ou cantar no microfone) – Sexo oral.
  • Gaydar– Expressão dita por pessoas do meio gay, quando identificam outro gay a distância; identificador de gays; uma adaptação de Radar e GPS.
  • Gongar – Falar mal.

M

  • Mona – Mulher; ou homossexual masculino afeminado.
  • Mala – órgão genital masculino.
  • Maricona – Homem homossexual com mais de 50 anos.
  • Mati – pequeno.

N

  • Nena – Cocô. (Da mesma forma que cheque).
  • Neusa – Homossexual; ou mulher oriental.
  • Neca – órgão genital masculino.

O

  • Odara – pênis e bunda grande
  • Ocó – Homem.

P

  • Picumã – Cabelo.
  • Picumã do equê – Peruca.
  • Parô tudo – Expressão de admiração sobre algo que seja bonito ou um ato corajoso.
  • Pintosa – Homem homossexual bem feminino.
  • Poc Poc –Gays novinhos e bem femininos.

R

  • Racha – órgão genital feminino

S

  • Se joga! – expressão de estímulo, o mesmo que “Vá em frente”
  • Suzie – Homem homossexual malhado, afeminado e já com mais de 40

T

  • Tata – Homossexual masculino muito afeminado.
  • Tombar – arrasar, chegar arrasando
  • Tô loka – Expressão de raiva, também usada para indicar que a pessoa está sob o efeito de drogas ou álcool. Pode também ter sentido jocoso.
  • Taba – Maconha.
  • Tá meu bem! – expressão de admiração
  • Tô passada – Expressão de espanto e também de admiração.
  • Tô bege – O mesmo que tô passada!

U

  • Uó – Alguma coisa ruim.
  • Um luxo – Algo bonito, interessante…

Ainda tem muitas expressões inspiradas em artistas e acontecimentos que caíram na mídia, incorporadas da linha do “fazer”, demonstrando que você está fazendo algo à moda de tal pessoa.

  • Fazer a Aidê ou a Winona – Roubar
  • Fazer a Alice – Sonhadora
  • Fazer a Kátia Cega – fingir-se de desentendida
  • Fazer a  Egípcia – Virar repentinamente fingindo que não viu um conhecido em algum lugar ou fingir que não entendeu nada.
  • Fazer a Heleninha Roitman Bebedeira

E a icônica: Aham, Cláudia, senta lá – Expressão que concorda e ao mesmo tempo ironiza alguém.

Agora que você já teve uma introdução básica ao pajubá, se joga, ahaza na noite, e não faz a egípcia por aí quando alguém falar alguma coisa desse tipo. Não seja uó e nem bagaceira!

Diga não ao preconceito.

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O câncer de próstata é o mais comum entre os homens e atinge pelo menos 2 milhões ao ano no Brasil. Infelizmente, o assunto é alvo de piadinhas como sobre “o tamanho do dedo do médico” ou motivo de zoação quando alguém atinge a idade para fazer o exame, que exige um toque retal.

Isso contribui para o preconceito e gera medos, o que faz com que muitos homens deixem de fazer o exame, que pode detectar a doença ainda no início, aumentando as chances de cura.

Por isso, foi instituído o Novembro Azul, época em que aumenta-se a conscientização e campanhas para a realização do exame preventivo, que pode ser feito de maneira física e/ou laboratorial (dosagem do PSA).

Reunimos 10 mitos e verdades sobre o exame e o câncer de próstata, para desmitificar de vez essa bagaça e incentivar os cabróns a cuidar da saúde. Leia e não seja um vacilão.

O toque retal dói.

MITO – Apesar do que muitos homens pensam, o toque retal não é um exame que causa dor. Pode ser que haja algum incômodo caso a pessoa não esteja relaxada, o que contrai todo o corpo e região. Em outros casos, se houver uma grande inflamação na próstata, pode haver uma dor moderada. Mas não fique pensando que é um bicho de sete cabeças, porque o toque dura em média 5 segundos e o mais comum é que não haja dor.

O PSA substitui o toque retal.

MITO O PSA (Antígeno Prostático Específico) é uma substância produzida na próstata para ser eliminada junto com o sêmen. Ele tem a finalidade de ajudar o espermatozoide no processo de fecundação e pode apresentar alterações preocupantes no exame. Porém, para garantir maior segurança no preventivo, a melhor opção é a realização do PSA e do toque retal em conjunto, pois com o toque, pequenos tumores podem ser percebidos que, muitas vezes, não são detectados pelos níveis do PSA. Com a realização de ambos, cerca de 90% dos casos de câncer são detectados.

A cada seis homens acima dos 50 anos, um pode ter a doença.

VERDADE- é indicado que todos os homens com mais de 50 anos façam o exame de próstata, no entanto, a maior prevalência da doença acaba acontecendo entre os maiores de 60 anos.

Aqueles que possuem parente de primeiro grau (pai, tio, irmão) que já tiveram a doença antes dos 65 anos, possuem alto risco e devem começar a realizar o exame a partir dos 45. Quem tem mais de um parente de primeiro grau diagnosticado, deve fazer a prevenção desde os 40.

Poucas pessoas morrem com câncer de próstata.

MITO – Muita gente acaba achando que por não ser um câncer tão complexo, as chances de cura são bem altas e que quase não acontecem mortes. No entanto, segundo o INCA, 25% dos pacientes diagnosticados com essa doença morrem.

Homens negros têm mais chance de ter câncer de próstata.

VERDADE – Ainda não se sabe o porquê, mas homens negros apresentam 10% mais chances de desenvolver câncer de próstata. Além disso, a doença também costuma ser mais agressiva. No caso de negros, é imprescindível que comecem a fazer o exame por volta dos 40 anos.

O câncer de próstata só atinge idosos.

MITO – O câncer de próstata é mais comum em idosos (75% dos casos ocorre a partir dos 65 anos), porém, também acomete homens mais jovens. É possível que ele se manifeste a partir dos 50 anos ou até mesmo antes, caso haja na família incidência desse tipo de câncer. Dada a gravidade do problema, é essencial que o homem faça um acompanhamento anual após os 50 anos, mesmo quando os primeiros exames apresentam resultados negativos.

Dificuldade e dor ao urinar podem ser sintomas de doenças ligadas à próstata.

VERDADE- Não só o câncer atinge o local, mas também outras doenças, como a hiperplasia benigna, que traz urgência na necessidade de urinar, dor e a sensação de não esvaziamento da bexiga. Casos mais avançados, ainda podem trazer problemas renais. Por isso o exame é tão importante.

Se o PSA for aprimorado, ele poderá substituir o toque retal.

MITO – Inicialmente, acreditava-se que o PSA fosse uma enzima exclusiva da próstata, mas hoje é sabido que ela é produzida por outras glândulas, como as periuretrais e as pancreáticas. Por isso, é pouco provável que ele substitua o toque retal, já que o tumor pode ser detectado com mais facilidade.

A atividade sexual aumenta o risco de desenvolver câncer de próstata.

MITO – Alguns estudos mostram que homens que relataram ejaculações mais frequentes tinham um risco menor de desenvolver câncer de próstata. Entretanto, a ejaculação por si só e não sua frequência, não tem sido associada ao câncer de próstata.

A vasectomia causa câncer de próstata.

MITO – Estudos recentes mostram que a vasectomia não é um fator de risco para o câncer de próstata.

E aí, deu pra criar mais consciência sobre o assunto? Se você é homem não deixe de realizar o exame, o preconceito não tá com nada. E se você é mulher, manda pro marido, tio, primo, avô, todo mundo, pra que cada vez mais gente tenha um diagnóstico precoce.

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Há quem diga que as músicas boas ficaram no passado. Letras com conteúdo, shows performáticos e talento de sobra parece que ficaram só na saudade, ou então, limitado aos artistas da velha guarda que ainda sobem aos palcos, mas que demoram a aparecer aqui pelo Brasil.

Ouvir rádio e procurar pelas mais tocadas parece uma tortura, já que as “músicas chiclete”, são as que mais atraem grande parte da massa. Com sorte, ouvindo uma playlist aleatória você pode conhecer algo que valha a pena e que seja agradável aos ouvidos.

Nós fizemos uma busca pela internê, para descobrir quais são os artistas da nova geração que estão dando o que falar e que podem agradar vocês, cabróns, dá uma conferida e vê qual combina mais com seu estilo.

  1. Billie Eilish

Gênero musical: Electropop, trap, rock alternativo

Billie Eilish no clipe de ‘Bury a friend’. (Divulgação)

Billie Eilish tem apenas 18 anos e já ganhou o mundo com seu estilo diferentão e suas músicas que misturam estilos diferentes com efeitos eletrônicos. Nascida e criada em Los Angeles, com uma família de atores e músicos, Billie tem como parceiro musical e de composições o irmão Finneas O’Connell, mas usa o nome solo na carreira.

Seu single de estreia, Ocean Eyes – que lembra muito o estilo de Lana Del Rey – se tornou viral em 2016 e desde então foi um sucesso atrás do outro, começando pela trilha Bored, que foi destaque na série 13 Reasons Why em 2017, passando para faixas mais dançantes como Bellyache, you should see me in a crown e Bury a Friend. A novata foi emplacando um sucesso atrás do outro e se tornou a primeira artista nascida nos anos 2000 a levar uma música ao topo da principal parada dos EUA, com Bad Guy.

Seu disco de estréia “When we all fall asleep, where do we go? foi lançado somente este ano e consagrou de vez a carreira da cantora nos palcos do mundo inteiro. Devido a seu estilo nada tradicional – e meio macabro -, Billie Eilish foi considerada o Marilyn Manson da nova geração. Nas suas músicas não faltam efeitos na voz, mas no unplugged ela também dá conta do recado.

2. The Struts

Gênero Musical: Glam Rock, Indie Rock, Hard Rock e Rock Alternativo.

The Struts conquistou um público novo durante o Lolapalooza. (Divulgação)

Apesar de estarem na estrada em diferentes formações desde 2009, os britânicos do The Struts deram o que falar no Brasil este ano, durante a sua participação no festival Lolapalooza Brasil.

Comparado a Freddie Mercury, Mick Jagger, David Bowie  e Robert Plant, o enérgico vocalista Luke Spiller dominou o palco como uma grande estrela do rock, e, ao final perguntou quem ali estava vendo o Struts pela primeira vez, provocando a reação da maioria da plateia, e, ao questionar quem voltaria a vê-los no próximo show, causou um furor maior ainda. Foi um dos melhores shows do dia para quem esteve por lá.

Os caras estouraram nas rádios norteamericanas antes mesmo de serem conhecidos em seu país e tiveram como grandes apoiadores os integrantes do Foo Fighters, que colocaram os ingleses na abertura de seus shows. Os Struts também já dividiram palco com The Rolling Stones e Guns N’ Roses.

As mais tocadas da banda, que tem somente um álbum, são Body Talks, em parceria com a cantora Kesha, Pegasus Seya e Somebody New. Não sei pra vocês, mas pra nós, ouvi-los tem gostinho de viagem no tempo, bem nostálgico.

3. The Fever 333

Gênero musical: Rap Rock, Hardcore Punk e Rap Metal

Objetivo da banda é revolucionar a sociedade. (Divulgação)

Outra banda que passou pelo Lolapalooza em 2019 também merece destaque por aqui. Os californianos da The Fever 33 tem uma das melhores perfomances ao vivo da atualidade e tem um som que lembra Rage Against The Machine e Linkin Park. O trio revelou ser fã dos caras do Sepultura e apontou como referência brasileira o grupo de rap Racionais MC’s, pela sua luta contra as repressões do sistema, assim como suas letras defendendo as “minorias”.

O objetivo da banda é revolucionar não só a música, como a sociedade, tanto que o lançamento do seu trabalho para o mundo aconteceu em 2017, no dia da independência dos Estados Unidos e envolveu um caminhão e um show surpresa com três músicas antes que a polícia chegasse.

Se quiser ouvir, comece pelos sucessos do álbum de estreia Strength In Numb333rs, One of Us,  Burn It e Inglewood/3, que são as mais ouvidas.

  1. Cynthia Luz

Gênero musical: Rap

Cynthia Luz tem brilhado não só nas parcerias, mas nos solos também. (Divulgação)

Não podíamos deixar de citar um artista brasileiro nesta lista. Apesar de estarmos vivendo um momento de ascensão de uma galera que vem do YouTube e outros que tem muito talento e pouca idade como Vitao, Jão, Melim, Giulia Be, Vitor Kley, entre tantos outros, nosso destaque vai para a mineira Cynthia Luz, que tem flertado sua voz rouca com o reggae, MPB e  rap de grupos e artistas em destaque na atualidade.

Sua carreira começou nos barzinho na região de São Paulo, até que se uniu ao rapper Froid (outro artista legal pra ouvir), que hoje é seu namorado, e foi um casamento musical perfeito. Experimente ouvir os dois em Lamentável pt. III ou no Mundo da Lua. No projeto solo, faz sucesso com Olhares, Deixa Ela, Sejas bem Feliz e a parceria recém lançada com o cantor Zeca Baleiro, Era uma Vez.

E aí, curtiu alguns desses sons? Se tiver dicas, compartilhe com a gente nos comentários.

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Nos últimos anos temos notado que o numero de veganos, vegetarianos e pessoas que diminuíram o consumo de carne aumentam cada vez mais. Segundo pesquisas, o crescimento chega a 300% em alguns lugares do mundo nos últimos 5 anos, no Brasil, o IBGE apontou em 2018 que cerca de 14% da população, que corresponde a 29 milhões de pessoas, se declararam vegetarianas.

Os institutos atribuem esse movimento principalmente aos millennials, a geração que nasceu com a internet e está mais interessada em saber de onde vem a comida e quais são os impactos sobre os animais e o meio ambiente. E, claro, muitos famosos, independente da idade, têm encabeçado a causa em suas redes sociais, campanhas e na mídia em geral, o que influencia ainda mais a decisão da transição alimentar, uma vez que eles atingem milhões de pessoas com sua mensagem.

Pensando em conscientizar a população quanto ao consumo exagerado das proteínas animais, surgiu em 2003 o movimento global “Segunda Sem Carne”, que está presente em 40 países e no Brasil faz parcerias junto ao poder público para servir merendas sem carne às segundas, além de sugerir a todos que também implementem esta ideia em casa.

É muito possível que se você chegou aqui é porque não curte se alimentar dos animais seja de modo restrito ou diminuindo o consumo de carne, mas, como temos grandes fãs de churrasco consumindo nossos produtos (que são em sua maioria veganos), gostaríamos de dar uma notícia: você não vai morrer se ficar um dia da sua semana sem carne. Então, se joga nas ideias que colocamos no fim dessa matéria para começar a participar do #SegundaSemCarne.

E, para provar que é possível mudar os hábitos, vamos mostrar pra vocês personalidades conhecidas mundialmente que tem cara de carnívoros, mas que vivem e levantam a bandeira do veganismo/vegetarianismo:

  1. Arnold Schwarzenegger, Jackie Chan, Lewis Hamilton e Novak Djokovic

O que esses grandes nomes do cinema e esportes têm em comum? Eles se uniram ao produtor vegano premiadíssimo James Cameron (Avatar, Titanic, O Exterminador do Futuro) para produzir o documentário Dieta de Gladiadores (The Game Changers), onde são apresentados alguns dos atletas mais fortes, resistentes e premiados do planeta que já são adeptos à alimentação vegetariana ou vegana.

Os atores Arnold Schwarzenegger e Jackie Chan, junto ao piloto de Fórmula 1 Lewis Hamilton e o tenista Novak Djokovic, adeptos da alimentação sem carne, mostram no documentário outros nomes do esporte, como o ultramaratonista Scott Jurek, o atleta e treinador das Forças Especiais James Wilkes, que ancora o filme junto a um time de especialistas, além do jogador de futebol americano Tom Brady, as tenistas Venus e Serena Williams,  Kendrick Farris, que é levantador, e o ciclista Dotsie Bausch, que ganhou medalha de prata nas Olimpíadas de 2012 após aderir a uma dieta vegana.

O objetivo de The Game Changers, que já está disponível na Netflix, é desmitificar a idéia de que as proteínas animais são indispensáveis aos humanos, mesmo que eles sejam os atletas de maior performance do mundo. Inclusive, todos mostraram que seus melhores resultados e recordes foram obtidos a partir da alimentação vegetal, apesar de estarem em idades avançadas para tais índices.

  1. Joaquin Phoenix

O cara mais falado do momento no mundo cinematográfico após a sua atuação no filme Coringa é vegano desde os 3 anos de idade! E isso não se restringe apenas à alimentação, mas também ao ativismo. Parceiro da ONG norteamericana PETA , o ator aproveitou a repercussão do filme e, um dia antes do lançamento, apareceu em um outdoor da ONG em plena Times Square, em Nova York, para divulgar a causa. O cartaz, que fica em cima de uma unidade do MC Donald’s, estampa o rosto do ator dividindo os olhos com uma galinha escrito: somos todos animais. “Quando olhamos para o mundo pelos olhos de outro animal, vemos que por dentro nós somos o mesmo – e que todos desejamos viver livre de sofrimento”,  disse Joaquin em entrevista.

  1. Boa parte do elenco de Vingadores

No mundo dos super-herois as dietas à base de vegetais também estão em alta, já que dez dos atores da saga Vingadores, entre outros da Marvel já se declararam veganos ou vegetarianos.

 Ativistas da causa vegana e defensores do planeta, os atores Benedict Cumberbatch, de Doutor Estranho e Mark Ruffalo, que interpreta O Incrível Hulk, sempre usam de sua influência para conscientizar os fãs.  Ruffalo, inclusive, é um grande incentivador da Segunda Sem Carne.

Segundo alguns sites, a intérprete da Viúva Negra,  Scarlett Johansson aderiu à dieta de vegetais crus para caber nos macacões usados pela heroína.

Um dos mais fortes na saga, o ator Chris Hemsworth, o Thor, aderiu ao estilo de vida junto do seu irmão, o também ator Liam Hemsworth. As rotinas de treino exaustivas para os filmes foram acompanhadas de uma dieta restrita à base de vegetais e grãos, exceto por algumas escapadas em que comia chocolate, que por ter leite em sua composição, figuraria no vegetarianismo. No entanto, algumas matérias contam que ele ainda come um pouco de frango na dieta, devido a sua facilidade em perder peso, o que dificulta a manutenção dos músculos.

Além destes, os atores Peter Dinklage, que interpreta Eitri no filme da Marvel, Chadwick Boseman, de Pantera Negra, Winston Duke e Danai Gurira que atuam respectivamente como M’Baku e Okoye em Os Vingadores: Guerra Infinita, também se declararam veganos ou vegetarianos em algumas entrevistas.

No núcleo de Guardiões da Galáxia, Dave Bautista, que interpreta o adorado Drax e a atriz Zoe Saldana, que faz o papel de Gamora também são adeptos do fim da crueldade animal.

  1. Beyoncé e Jay-Z

Um dos casais mais presenças da música, Beyonce e Jay-Z passaram a repensar sua alimentação após terem seus filhos e aderiram à dieta vegana. “Todos temos a responsabilidade de cuidar da nossa saúde e da saúde do planeta. Vamos fazer isto juntos. Vamos espalhar a verdade. Vamos fazer desta missão um movimento”, escreve o casal no prefácio do livro “The Greenprint: Plant-Based Diet, Best Body, Better World”, do treinador do casal, Marco Borges.

Marco criou uma dieta à base de vegetais de 22 dias, que promete reprogramar a relação com a comida, melhorar a saúde e perder peso, e de quebra ajudando a melhorar o mundo e o meio-ambiente, que foi divulgada pela cantora norte-americana durante seus preparativos para o festival Coachella, no ano passado.

E aí, ficou inspirado com essa galera?

Se você ainda quer manter uma dieta carnívora, sugerimos que comece a participar da Segunda Sem Carne, assim você dá um descanso para seu organismo e também pro meio ambiente. Que você gosta dos produtos DECABRÓN nós já sabemos, então que tal incorporá-los aos vegetais e grãos do dia a dia?

Você pode preparar uma deliciosa carne de jaca com o dry rub de frango, que eu duvido alguém notar que não é carne de animal. Um pouco mais prático, você pode fazer também uma salada de grão de bico com mostardinha caipira ou legumes grelhados com barbecue smoked rapadura. Se quiser inovar no churrasco, aqui tem dicas também.

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Se você é do tipo que curte um mistério, um pouco de bizarrice, cenas de morte macabra e ficar com medo de ir no banheiro a noite, este post tem dicas pra você. Nosso mestre pimenteiro Chincho Cabrón, como todos sabem, é um cara meio atípico, diferentão e tem uma cabeça maluca, de onde saem ideias insanas, como o Porco Moiado, o Papai Noel Morreu e a Faca Campeira – Livrai da Lâmina do Juízo Final. Por isso, não basta apenas ser um filme de terror, tem que trazer reflexão, mexer com a mente e sabemos que vocês gostam de qualidade, né cabróns?

Acontece que por esses dias o Chincho tava de bobeira no Velho Oeste e decidiu maratonar e buscar inspiração em alguns filmes sanguinários que são fáceis de encontrar online. E isso resultou nessa lista de 3 filmes de terror pra você arrepiar em casa, mas também botar a caxola pra se exercitar. Mas olha lá, hein, não vale chamar a mãe, fazer xixi na cama, nem ler as críticas antes pra entender tudo. Se quiser, vale chamar os amigos, mas tem que ver até o final!

  1. Hereditário (2018)

Esse filme do ano passado vem renovar o terror sobrenatural, com muitos elementos visuais diferenciados e longe dos clichês como monstros que pulam na tela e aquelas músicas de suspense que vão aumentando e te dão o maior susto. Nessa história do roteirista e diretor novato Ari Aster e do mesmo produtor de “A Bruxa”, a trama gira em torno da família Graham e começa quando a vovó morre. Sua filha Annie, vivida por Toni Collette, se dá conta que alguns transtornos psicológicos graves e paranormais vêm atingindo sua família há gerações, principalmente quando a filha adolescente Charlie começa a demonstrar os mesmos problemas.

E é aí que começam a acontecer mortes e coisas bizarras que desenrolam a trama. O filme é bastante sensorial, metafórico e reflexivo, deixando a cargo de quem assiste algumas conclusões. Por isso, se você gosta dos clichês do terror, este filme não é pra você. O fato de Annie ser uma artista que constrói miniaturas enriquece ainda mais o filme, uma vez que as cenas são recriadas nessa esfera, com um ar de sinceridade, terapia e muita perturbação. Assista o trailer aqui.

  1. Nós (2019)

Do vencedor do Oscar por Melhor Roteiro Original com Get Out (Corra!), Jordan Peele e estrelado pela também premiada Lupita Nyong’o, o filme “Nós” conta a história de uma família que foi viajar para sua casa de praia na Califórnia, quando, de repente, começa a ser perseguida por sósias deles mesmos. Em suas versões más, eles têm os mesmos pensamentos e ações, o que dificulta fugir do grupo macabro que tenta matá-los a todo custo com tesouras enormes.

A trama aos poucos revela o porquê deles serem escolhidos para o ataque, mas não vamos contar pra não dar spoilers. O que podemos garantir é que talvez você fique com medo de se olhar no espelho por algum tempo…

Por trás de toda a trama e suspense, ainda há criticas ao capitalismo e aos disfarces exigidos pela sociedade, já que cada personagem enfrenta seu próprio “eu” do lado oposto.

No mais, parece um horror sem necessidade de análises profundas para entender a trama e a tensão por meio da trilha sonora nem exige somente cenas à noite pra construir o terror, já que o cenário é a praia. Se quiser ver o trailer, clicaê. 

  1. Corrente do Mal (2014)

Olhando de longe, parece uma viagem bizarra o enredo desse filme, porque ele fala sobre uma força maligna que é sexualmente transmissível. A personagem Jay, vivida por Maika Monroe acaba “contraindo” essa maldição após perder a virgindade e passa a ser perseguida por essa força que, para matá-la, pode assumir a forma de qualquer outra pessoa. Quando ela tem outras relações, passa o problema adiante, porém cada vez que a vítima acaba morrendo, volta para ela.

É uma metáfora nada sutil das DST, mas vai além por explorar as crenças que temos sobre sexo. Ela deve transar com quem ama? Com quem odeia e quer passar a “doença”?  Ou simplesmente com qualquer um?

Os jovens do filme também são praticamente abandonados, quase sem presença de adultos e com uma vida totalmente “fracassada”, questionando diversos valores da classe média. As imagens, enquadramentos, composições e trilha sonora também foram muito bem avaliadas pela crítica, trazendo sutilmente muitas mensagens.

A maior parte do filme se caracteriza pela paranoia, já que a personagem nunca sabe quando será atacada. Alguma semelhança com a vida real nas grandes cidades? Você pode ver o trailer neste link.

Se você tem mais sugestões, conta pra gente nos comentários. Quando assistir, manda suas teorias pra nós, o Chincho vai gostar de saber!

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