99 Resultados

pimenta

Pesquisa

Olhando até mesmo de perto ela parece inofensiva: vermelhinha, pequena e enrugada, mas dentro da boca é uma explosão de picância. É como se você comesse mil sóis de uma vez. E quem é doido de comer essa tal Carolina Reaper?

Quase todo mundo que curte pimenta, porque a gente gosta é do estrago! Não é a toa que nosso Papai Noel Morreu deste ano vem com essa belezinha aliada ao umâmi, o último sabor básico reconhecido pela ciência.  Não queriam que ardesse? Então toma, cabróns!

Mas vamos ao que interessa, que é a criação da Carolina Reaper, reconhecida como a pimenta mais ardida do mundo atualmente.

Como tudo começou

Recém-admitido na universidade de Michigan na década de 80 e se jogando nas festas de fraternidades, o jovem Ed Currie começou a se preocupar com o efeito que a vida louca poderia gerar na sua saúde. Ele começou a pesquisar e descobriu que indígenas que viviam ao redor do Equador não sofriam com doenças cardíacas ou câncer.E o que eles tinham em comum? Comer pimenta em todas as refeições, até mesmo com água.

“Inicialmente eu dizia que era uma preocupação com essas doenças, mas na verdade a pergunta era: como posso continuar festejando sem morrer?”, contou o agricultor ao site Thrillist.

De fato, diversos estudos têm revelado que a capsaicina – a substância que causa sensação de ardor nas pimentas – possui propriedades que combatem as células cancerígenas. A capsaicina faz com que essas células se autodestruam e costuma ser usada em tratamentos holísticos. No entanto, as evidências ainda não são sólidas o suficiente para desenvolvimento de medicamentos tradicionais.

Se aprofundando no mundo da picância, Ed acabou se classificando como um viciado pelo tempero, do tipo que consome pela emoção que ela causa e o agito entre a turma. Isso acontece porque a capsaicina envia uma mensagem ao seu cérebro e o engana, já que ele pensa que você está sendo queimado. Por sua vez, o cérebro responde liberando endorfinas (a maneira natural do corpo de aliviar a dor) e dopamina. Juntos, eles criam um sentimento eufórico muito semelhante ao causado por algumas drogas. “As pessoas dizem ‘isso melhora minha comida’, mas estão simplesmente ficando chapados”, afirma o criador da Carolina Reaper.

Depois de tantas festas da faculdade, a formatura e a década seguinte, Ed Currie decidiu se internar em uma clínica de reabilitação para seu vício em álcool e drogas. E, em 2001, voltando para a fazenda dos pais, na Carolina do Sul, foi que seu amor pelas pimentas floresceu.

Ele gostava de fazer experimentos e começou a desenvolver algumas espécies em busca de mais sabor, até que, um “acidente botânico”, como ele mesmo definiu, acabou se tornando uma vencedora do Livro dos Recordes.

“Eu não estava tentando criar a pimenta mais forte do mundo, mas sim algo que fosse bom, mas acabou ficando bem quente”, contou o agricultor.

Surpreso com a criação, Currie atestou que a Carolina Reaper tem em média 1.641 milhões unidades de calor Scoville (SHU), superando a detentora do recorde anterior, a Trinidad Scorpion, que possui 1,46 milhões de SHUs. Para se ter noção, uma pimenta jalapeño conta com apenas 8 mil SHUs.

A pimenta foi batizada como Carolina, por ser da Carolina do Sul e unida à palavra Reaper, que significa ceifeira, uma figura imaginaria que extingue a vida com uma foice.

Colocando no mercado

Mas não é só fazer um experimento que resulte em algo incrível para que ele se torne recordista e produzido em larga escala. O processo de aprovação de uma nova espécie é rigoroso e pode levar até uma década, já que é necessário que a raça cruzada se estabilize.

O agricultor ainda teve que contratar um químico e um geneticista, para acompanhar o processo ao longo dos anos. ”A partir daí, um laboratório de química precisa verificar uma média estatística das SHUs e só então você pode se inscrever no Guinness para obter um recorde mundial ou apenas obter um certificado do USDA que diz que é um híbrido estável, permitindo a comercialização”, disse ele.

No meio deste processo, Ed conheceu sua atual esposa em uma reunião dos Alcoólicos Anônimos e ela foi uma grande incentivadora de sua sobriedade e do seu novo negócio, que até então era só um hobby. “Fomos ao mercado de agricultores e, no primeiro final de semana, vendemos 800 dólares. Quando vi que poderíamos compensar alguns dos custos fazendo tudo isso, decidi iniciar a empresa”. Hoje a PuckerButt fatura atualmente 1 milhão por ano e é a maior fazenda de pimenta orgânica dos Estados Unidos.

Se você comer algo que leve Carolina Reaper por lá, provavelmente terá sido produzida nas terras de Ed.

Ele bateu seu próprio recorde

E quem pensa que Ed Currie parou por aí, está enganado. Sempre pesquisando e buscando novos cruzamentos entre espécies, o agricultor acabou criando uma pimenta ainda mais forte que a Carolina Reaper. Batizada como Pepper-X, a pimenta conta com 2,48 milhões de unidades de calor de Scoville, mas ainda não foi reconhecida pelo Guiness, uma vez que precisa passar por todos os processos de estabilização. Fizemos uma matéria sobre ela aqui.

E se você ficou curioso para experimentar a picância da Carolina Reaper, se joga no nosso molho Papai Noel Morreu, que foi cultivado aqui mesmo em terras brasileiras. Corre que a edição é limitada.

Acompanhe a DECABRÓN no InstagramFacebook ou compre online e receba em casa. 

 

 

 

 

 

 

 

 

É isso mesmo, meus queridos. A versão 2019 do molho Papai Noel Morreu vem com a pimenta mais ardida do mundo, a Carolina Reaper! Reconhecida pelo Guinness em 2013, a variedade da espécie Capsicum chinense já tem algumas concorrentes que prometem o dobro de pungência, mas nada confirmado pelo livro dos recordes. Então, se você tem coragem, já avisamos que esta belezinha conta com unidades de Scoville que variam entre 1,15 e 2,200 milhões de SHU. Em um comparativo, uma pimenta jalapeño traz de 2.500 a oito mil de pungência.

Mas vamos ao que interessa, enquanto vocês estavam nesses longos meses de espera, nós cultivamos, colhemos e desenvolvemos um produto à altura da expectativa dos fãs dos molhos com picância insana e, dessa vez, nosso mestre pimenteiro Chincho Cabrón caprichou demais da conta!

A versão deste ano traz como característica principal o umâmi, um dos gostos básicos do paladar humano, que foi reconhecido pela comunidade cientifica após os anos 2000. Suas características principais são a capacidade de equilibrar e harmonizar gostos, além de realçar os sabores de um prato. No Papai Noel Morreu, o umâmi foi explorado de maneira natural, utilizando o cogumelo funghi, missô, extrato de levedura e vinagre de amburana, infusionado com alga combu. “Busquei trazer esse realce de sensações e explosão de sabores com uma pungência absurda. Como sempre, priorizamos o sabor e a picância, mas agora com esse quê a mais do umâmi, que traz uma sensação e um preenchimento do paladar, só provando pra saber”, detalha Chincho.

Exclusividade

Como se trata de um produto limitado pela produção e que agrada os mais aficcionados por pimenta, já virou tradição para muitos cabróns colecionar nossos molhos Papai Noel Morreu, que, quando têm coragem de abrir ainda economizam cada gota dessa raridade. Pensando nisso, lançamos um lote Premium, com mil unidades numeradas a mão, envasados em embalagens diferenciadas de 100 ml, com acabamento e tratamento exclusivo e lacrados com cera. Serão 600 unidades disponíveis no kit com caixão de mdf e 400 individuais. Coisa pra colecionador.

Também limitada por lote, a versão tradicional que você já conhece vem no vidro de 50ml.

E vai com que?

E já que estamos falando de um sabor não tão explorado como o umâmi, fica a dúvida de como consumir este molho. Segundo o Chincho, ele vai com muita coisa, já que agrega sabor em praticamente tudo, mas, casa principalmente com comidas mais fortes e gordurosas, como carnes gordas, vegetais puxados na manteiga e tudo que tem sabor intenso, que se amplia ainda mais com o umâmi. “Harmomiza muito bem também com a cerveja preta, stout, ipa, porter e vinhos encorpados, como Malbec”, indica nosso mestre pimenteiro.

Pra quem?

Depois das nossas versões com as pimentas Bhut Jolokia, Trinidad Scorpion e malagueta, a de 2019 promete ser a mais ardida destes cinco anos, tanto que o Chincho quase arregou depois de duas gotinhas (vejam aqui).

Então se você é louco por pimenta, gosta da ardência proporcionada na hora que ela entra – e que sai -, e não desiste de um desafio, sem dispensar o sabor, esse produto é pra você. Só pros mega-blasters profissas na picância!

Mas corre, que são unidades limitadas, então não perca tempo e entra no nosso site ou compre dos revendedores autorizados.

Acompanhe a DECABRÓN no Instagram, Facebook ou compre online e receba em casa. 

Usar a pimenta na comida ou para afastar inveja e olho gordo ta longe de ser a principal utilidade do fruto pros pajés da Amazônia. Alguns estudos mostram que o cultivo da pimenta acontece por aqui desde que o mundo é mundo e sua utilidade costuma ser bem variada.

A forma de utilização mais tranquila é a dos Macuxi, que vivem em Roraima. Por lá, andar no mato com fome e sem uma pimenta pode levar ao ataque dos maus espíritos das matas, uns aproveitadores da larica da madrugada.

Outra tradição é que, ao doar uma pimenta a um amigo, é preciso deixá-la em algum lugar para que o outro ache, porque, se ela for dada diretamente na mão, isso pode provocar o fim da amizade em pouco tempo. É a mesma coisa que ir na casa do seu amigo e derrubar seu Papai Noel Morreu no chão e quebrar. Puta mancada, meu!

Na aldeia dos Wapichana, quem morre por ataque de uma figura mística chamada Canaimé, tem colocado sob o túmulo diversas pimentas, para que ele não venha completar o serviço, que significa comer os restos do corpo através de animais como tatu, tamanduá, morcego e até cachorro.

Mas calma lá, algumas tribos usam a pimenta como recurso medicinal. Os Macuxi, Wapichana e Taurepang do lavrado também usam a malagueta para curar inflamações no zóio – diferente do nosso Colírio, que queimaria até a alma-, febre e até malária. Em compensação, a danada também serve pra colocar os indiozinhos na linha. Quando eles desobedecem, os pais cortam a pontinha da malagueta e colocam no ânus da criançada (ai!) para que elas fiquem obedientes. Vê se não vai fazer isso com seu filho, hein?

Essa mesma prática é tradição dos Macuxi para tornar os homens bravos guerreiros. Eles também fazem cortes com lâminas de pedras pelo corpo dos adolescentes, em seguida, fazem uma pasta macerada com folhas e pimenta malagueta, passando a mistura pelos machucados. Nessa hora, eles precisam sair correndo até o rio mais próximo para aliviar a dor.

Para os Baniwa, o cultivo da pimenta já se tornou até negócio com a produção comercial do Jequitaia, uma farofa feita com algumas das 74 espécies de pimentas amazônicas, que são secas, moídas e misturadas a sal. O sabor é forte e já conquistou alguns grandes chefs brasileiros, como Alex Atala.

As primeiras lendas que contam sobre a utilização da pimenta por essa tribo mostram que ela foi usada pela primeira vez quando o jovem indío Ñapirikoli utilizou a pimenta para cozinhar um peixe cru que tinha esporão e conseguiu neutralizar o perigo do alimento. Em outro momento, Ñapirikoli usou a pimenta para escapar do estômago de uma cobra. Pela bravura, tenho certeza de que ele droparia nosso molho brasileiríssimo e com picância insana Samba do Crioulo Doido.

Desde então a pimenta foi associada à proteção e utilizada nas celebrações que marcam a passagem para a vida adulta dos homens e mulheres da tribo.

E você, pequeno gafanhoto, usa a pimenta pra quê?

 

Acompanhe a DECABRÓN no Instagram, Facebook ou compre online e receba em casa. 

Segundo o site Food Beast, um produtor bem conhecido no mundo da picância fez história mais uma vez após criar uma pimenta ainda mais caliente que a Carolina Reaper, até então considerada a mais forte do mundo.

Chamada de Pepper X, a pimenta conta com 2,48 milhões de unidades de calor de Scoville, contra 1,56 milhões de pontos atingidos pela antiga recordista.

Para se ter ideia, uma unidade de calor Scoville é equivalente a diluição de uma pimenta em água. Os níveis de calor são medidos pelo número de diluições que levaria para eliminar completamente o calor de uma pimenta. Assim, o Pepper X exigiria mais de 3 milhões dessas diluições, uma quantidade que nenhum concorrente no mundo alcançou.

Ainda segundo o site, o impressionante é que o inventor desta iguaria é o próprio Ed Currie, que também lançou a Carolina Reaper. Conhecido como Smokin ‘Ed, o cara levou dez anos para criar essa potente pimenta, que está em análise para integrar o Guiness Book, na categoria “World’s Hottest Pepper”, que será confirmado em novembro.

Atualmente, só é possível encontrar a Pepper X dentro do molho Hot Ones, do The Last Dab. O molho é famoso por colocar fogo na boca das celebridades no canal do YouTube First We Feast “Hot Ones”, e na verdade, é ainda mais picante que a Reaper, registrando 2,4 milhões de pontos na escala Scoville.

Mas onde encontro?

O lançamento inicial do The Last Dab já está esgotado, mas está a caminho, já que a equipe da Puckerbutt Pepper Company colhe mais desta criação ardente em breve.

Quer ardência? Conheça nossos molhos Samba do Criolo Doido e Colírio pro Zóio do Cão Véio.

 

© Foto: Reprodução

Harmonização de vinhos é o tipo de coisa chique, que todo mundo queria saber fazer, mas — cá entre nós — pouca gente conhece de verdade. A sorte é que geralmente dá pra se passar por connaisseur (com biquinho e tudo!) com algumas dicas básicas e pratos mais ou menos neutros. Só que quando a gente se depara com algo menos convencional, a coisa aperta.

Pois você tem ideia de como combinar vinhos e comidas apimentadas? Então, se ligue no nosso post e não tenha nem dúvida na próxima vez em que for chamar os amigos para curtir suas especialidades picantes com uma boa taça da bebida de Dionísio! Vem com a gente:

Fuja dos vinhos tânicos

Sabe aqueles vinhos que de tão adstringentes parece que secam a boca toda e até te fazem fazer careta no primeiro gole? Essa sensação é causada pelos taninos, substâncias presentes na casca das uvas — em umas mais do que em outras — e que ficam mais fortes conforme o vinho envelhece.

Até aí, tudo bem, mas o problema é que combinar taninos com pimenta dá em um amargor muito forte, podendo estragar tanto o vinho quanto o seu prato. Na dúvida, fuja destes aqui: Tannat, Cabernet Sauvignon, Baga e qualquer um envelhecido em barris de carvalho, ok? Por outro lado, Pinot Noir está mais do que autorizado, pois tem pouquíssimos taninos!

Apague o fogo com vinhos refrescantes

A pimenta dá mesmo uma sensação de calor — tem gente que fica até se abanando depois de um bom chipotle, não é? Mas você sabia que essa é outra dica quando o assunto é a harmonização de vinhos com pratos picantes?

É só pensar nos mais refrescantes para acertar em cheio: brancos e rosés bem geladinhos são ótimas pedidas! Só deixe de lado o Chardonnay, que apesar de ser branco, é tânico e pode deixar as coisas mais amargas do que você gostaria.

Prefira os vinhos docinhos ao invés dos secos

A pimenta ajuda a diminuir a doçura, por isso os pratos picantes harmonizam super bem com vinhos doces e frutados. Além disso, a acidez é ótima para destacar outros sabores da comida, evitando anestesiar a língua e criando uma explosão de paladar! Precisa de sugestões? Uvas alemãs como Riesling e Gewürztraminer dão conta do recado.

Mais pimenta, menos álcool

Calma, não estamos dizendo que você vai ter que beber menos se a comida estiver muito apimentada. A dica aqui é só de reparar bem no teor alcoólico do vinho que você escolher. Isso porque o álcool já é meio ardido na boca, concorda? Pois combinado com a pimenta, a coisa toda pode ficar tão forte que só sendo dragão para apreciar!

Combinando texturas: aposte no espumante!

A picância, para quem não sabe, é bem mais uma sensação do que um sabor, ou seja: tem mais a ver com tato que paladar. Sendo assim, uma combinação sensacional é a pimenta com o espumante: além de poder ser docinho e gelado — já atendendo às nossas dicas anteriores —, as bolhas da bebida criam uma sensação indescritível na língua (e no cérebro!). Que tal experimentar?

Agora você já conhece os segredos da harmonização de vinhos com a comida apimentada, mas quem disse que pimenta e bebida só se combinam aí? A gente separou ainda 4 receitas de drinks fodásticos com pimenta para você. Bora dar uma olhadinha antes de decidir o menu da próxima festa na sua casa?

Ah! O mundo da picância, um mundo sem limites!  Se você é um chilli lover, sabe exatamente do que estamos falando. Chilli lovers não ficam satisfeitos em apenas sentir aquele ardor (maravilhoso) da pimenta na hora de degustar sua comida. Chilli lovers de verdade se jogam nas experiências sensoriais e amam a infinidade de sabores das diversas combinações que esse maravilhoso ingrediente, a pimenta, possibilita.

E foi pensando nisso que separamos uma deliciosa receita de sorvete de chocolate com pimenta para você. Sim, juntamos três coisas maravilhosas em uma só receita. Se você é cozinheiro ou cozinheira de final semana, não se preocupe! Essa receita é super simples e guiaremos você passo a passo. No entanto, se você é o/a chef oficial da casa, temos uma opções para você incrementar a receita.

Animou? Então, se jogue no mundo da picância e venha ser feliz!

Se liga nos ingredientes!

  • 1 ½ litro de leite;
  • 120 g de açúcar;
  • 140 g de cacau em pó;
  • 120 g de pastilhas de chocolate amargo;
  • 5 pimentas dedo-de-moça (bem raladas ou picadas bem fininhas);
  • 300 ml de creme de leite sem soro;

Não sabe como retirar o soro?

Calma, cabrón, nós te explicamos também! A forma mais prática é deixar a latinha de creme de leite na geladeira entre 20 e 30 minutos. Depois, retire e faça dois furos, um em cima e outro embaixo da lata.

Deixe a lata em um recipiente e à medida que o soro for parando de descer, vire a lata, repita o procedimento até que não saia mais líquido algum de qualquer um dos dois furos.

Mãos à obra!

Despeje em uma panela fora do fogo o leite, o creme de leite e o açúcar. Leve ao fogo para aquecer. Atingindo a temperatura de 50 °C misture o  cacau em pó e as pastilhas de chocolate amargo. Mexa até derreter.

Coloque a mistura em um refratário e leve ao freezer por aproximadamente 4 horas. Coloque a mistura congelada no liquidificador e bata bem até formar um creme. Leve novamente ao freezer até endurecer.

Repita o procedimento mais 3 vezes e coloque as pimentas dedo-de-moça (já picadas), bata com um mix e sirva em seguida.

Que tal servir com calda de chocolate feita por você? Sim ou com certeza?

Animou com a ideia da calda de chocolate caseira? Então, presta atenção. Para fazê-la no micro-ondas, você precisará dos seguintes ingredientes:

  • 1 barra de chocolate ao leite (a calda ficará mais gostosa se a barra tiver cookies, castanhas ou amendoins);
  • 1 lata de leite condensado;
  • 1 lata de creme de leite — também sem soro.

Para prepará-la, derreta o chocolate no  micro-ondas, aquecendo-o por, aproximadamente, 1 minuto, em um refratário fundo. Retire do  micro-ondas e acrescente o leite condensado e o creme de leite. Leve ao micro-ondas, novamente, por mais 2 ou 3 minutos.

E pronto: é só servir! Você também é um apaixonado pelo mundo da pimenta? Sabe qual é a mais “forte” do mundo? Não? Então clique aqui e conheça aquela que queima como o fogo de mil sóis.

Nem só com carne funciona a relação da pimenta e dos molhos chipotles. Com mais de 15 milhões de veganos no Brasil, a mudança de hábitos cresce a cada dia, e, claro que esse público não pode ficar só na vontade quando o assunto é picância. Atualmente, a DECABRÓN tem em seu portfólio vários molhos veganos e todos tem ótima aplicação em uma incrível variedade de pratos. Por isso, separamos três receitas para que os veganos não fiquem de fora desta! Ah, e se você for um deles e comer nossos molhos com algum prato deste tipo, marca a gente, para acrescentar a nossa timeline que sempre traz churrascos e sanduíches carnívoros. Vamos às receitas:

 

SOBÁ COM LEGUMES E SAMBA DO CRIOLO DOIDO

INGREDIENTES

1/2 pacote de macarrão sobá
1/2 xícara de cogumelos shiitake desidratados em fatias
4 folhas de repolho ou acelga picadas em quadradinhos
2 cenouras médias cortadas em filetes
1 abobrinha em cubinhos
1 alho poró
1 colher de sobremesa de gengibre ralado
2 colheres de sopa de molho shoyu
1 colher de sobremesa de páprica doce
1 colher de sopa de vinagre branco
sal e cebolinha à gosto
Uma colher de Samba do Criolo Doido DECABRÓN

 

MODO DE PREPARO

Cozinhe as cenouras e a abobrinha no vapor e reserve. Cubra os shiitakes com água quente para que hidratem, por cerca de 10 minutos. Cozinhe o macarrão em água e um filete de azeite; escorra e lave com água fria. Reserve.

Pique o talo do alho poró e refogue em um pouco de azeite; adicione os shiitakes junto com a água do molho, o repolho,  as folhas de alho poró picadas e o gengibre ralado; deixe refogar levemente. Acrescente em seguida uma xícara de água, os demais legumes e temperos, e deixe cozinhar em fogo baixo por mais 5 minutos. Adicione o macarrão e misture. Ao final, adicione uma colher de Samba do Criolo Doido e sirva.

 

LEGUMES GRELHADOS COM PORCO MOIADO

Você pode usar os legumes que mais gostar, mas aqui vai uma sugestão:

INGREDIENTES

• Abobrinha italiana
• Berinjela
• Pimentões
• Tomates
• Cebolas
• Azeite, alho, sal e orégano a gosto para temperar
• Porco Moiado DECABRÓN

 

MODO DE PREPARO

Fatie seus legumes escolhidos no formato que você mais gostar, contanto que não fiquem muito grossos ou finos, permitindo que fique no cozido no ponto.

Use uma superfície aquecida para grelhar. Pode ser uma frigideira, uma chapa, uma grelha de churrasco, uma forma em um fogão a lenha, enfim, você pode usar o que preferir. Apenas lembre-se de untar esta superfície com azeite de boa qualidade para que o legume não grude e não se desfaça quando você for virar ou retirar do calor.

Assim que o legume estiver “dourado” de um lado, vire e repita o tempo do outro lado. Tire do calor e coloque numa tigela para temperar. Use os temperos de sua preferencia, como azeite, sal, alho triturado e orégano. Por fim, finalize com o Porco Moiado, com uma porção generosa no prato.

 

CHILI VEGANO COM CHIPOTLE TRADICIONAL PROFISSA

INGREDIENTES

1 colher de sopa de óleo de canola
3 cebolas médias picadas
1 cenoura picada
1 colher de sopa de pimenta jalapeño picada em fatias finas
2 dentes de alho picados em fatias finas
1 ou 2 colheres de sopa de pimentão em pó (páprica picante)
1 colher de chá de cominho em pó
6 a 8 tomates inteiros, picados, com sucos
1 colher de chá de açúcar mascavo
1/4 colher de chá de sal
3 xícaras de feijão vermelho cozido
1/4 xícara de coentro fresco picado para enfeitar
1/3 xícara cebolinha picada para decorar
1 CHIPOTLE TRADICIONAL PROFISSA DECABRÓN

 

MODO DE PREPARO

Aqueça o óleo no forno em fogo médio em um refratário. Adicione as cebolas, a cenoura, jalapeño, alho, pimenta em pó a gosto e cominho. Cozinhe, mexendo sempre, até que a cebola e cenoura fiquem suadas (5 a 7 minutos).

Adicione os tomates com seus sucos, açúcar mascavo e sal e cozinhe por mais 5 minutos em fogo alto. Reduza o fogo e adicione os feijões cozidos misturando levemente. Cozinhe até que o chilli tenha engrossado, cerca de 15 minutos.

Decore com cebolinha e coentro, se desejar. Por fim, é só acrescentar uma porção de Chipotle Tradicional Profissa.

 

TOFU EMPANADO, MORANGOS E SWEETCHILLI GOIABADA

INGREDIENTES

300g de tofu e 1 caixa de morangos
½ xícara (chá) de amido de milho
½ xícara (chá) de farinha de trigo
Sal a gosto
Alho em pó a gosto (opcional)
Óleo para fritar
Molho Sweetchilli Goiabada DECABRON

 

MODO DE PREPARO

Corte o tofu em cubos pequenos e faça uma marinada (de acordo com a sua preferência).
Deixe-o marinar de um dia para o outro. Aproveite o líquido da marinada para empanar os cubos de tofu.

Caso você não tenha tempo de fazer a marinada, tempere muito bem o tofu de acordo com o seu gosto. E siga a receita a partir do próximo passo:

Misture a farinha de trigo, amido de milho, sal e alho em pó. Passe os cubos de tofu nessa mistura.
Esquente bem o óleo em uma frigideira antiaderente e coloque os cubos de tofu.
Frite-os até que fiquem dourados de todos os lados.
Deixe secar em papel absorvente e acrescente o SweetChilli Goiabada a seu gosto. Aí é só servir com os morangos cortados.

E você, tem alguma receita legal que curte comer com nossos molhos? Conta pra gente! Se quiser algo para beber, saiba como harmonizar sua receita com um bom vinho.

Há mais de vinte espécies de pimentas no gênero Capsicum, mas apenas cinco são normalmente cultivadas. Os frutos de sabor picante são muito apreciados na culinária de várias regiões do mundo, mas nem todos os cultivares produzem as substâncias que geram a sensação de ardência ou as produzem em quantidade suficiente para deixar o fruto picante. Os cultivares cujos frutos não são picantes, são conhecidos como pimentas doces, que apesar do nome, não tem um sabor adocicado, apenas não possuem sabor picante. Os pimentões ou pimentos são pimentas doces de uma das espécies de pimenta. A pimenta também é muito usada para fins medicinais e há muitos cultivares de pimenta que são cultivados como plantas ornamentais.

 A capsaicina e algumas outras substâncias relacionadas denominadas capsaicinoides são as responsáveis pela ardência destas pimentas. Estas substâncias, que estão presentes apenas nos frutos e não estão presentes nas sementes, ativam sensores nervosos sensíveis ao calor e a abrasão, daí surgindo a sensação de ardência, sem provocar qualquer real queimadura no corpo. Em quantidades moderadas, sua ingestão pode levar a uma sensação de bem-estar, graças às endorfinas produzidas pelo sistema nervoso central como resposta ao estímulo gerado pela presença destas substâncias. Mas a pimenta também pode facilmente produzir sensações muito desagradáveis, tanto quando ingeridas quanto quando manuseadas. Beber leite é uma maneira efetiva de aliviar a ardência exagerada no sistema digestório. Ingeridas em quantidades exageradas, podem provocar problemas de saúde, como náuseas, dor abdominal e diarreia.

Um dos fatores que determina a ardência é a concentração de capsaicina e outros capsaicinoides no fruto. Cada uma destas substâncias provoca um efeito e uma sensação de ardência ligeiramente diferentes. Assim os cultivares de pimenta podem ser mais ou menos picantes, e mesmo pimentas diferentes que estão na mesma escala de ardência podem produzir sensações diferentes, dependendo de quais destes alcaloides estão presentes e de suas respectivas concentrações.

Quer plantar diferentes tipos de pimenta na sua casa? Confira já as dicas do Plantei, site especializado em agricultura doméstica:

Clima ideal

         A faixa de temperaturas que vai de 16°C a 34°C é adequada para a maioria das espécies e cultivares. A maioria das pimenteiras são plantas tropicais ou subtropicais e crescem melhor em clima quente, mas as pimenteiras da espécie Capsicum pubescens e alguns cultivares de outras espécies que são adaptadas a regiões de clima mais ameno, crescem melhor com temperaturas abaixo de 26 °C. Nenhuma destas pimenteiras pode suportar baixas temperaturas e geadas.

      Outro fator importante é a umidade relativa do ar. Algumas pimentas, como a Habanero e a Scotch bonnet preferem um clima úmido. Outras como a Jalapeño e a pimenta-de-caiena preferem um clima mais seco.

Luminosidade

      A pimenteira cresce melhor em condições de alta luminosidade, com sol direto.

Em relação ao solo

      O ideal é que o solo seja leve, bem drenado, fértil e rico em matéria orgânica. Quanto ao pH do solo, as pimenteiras geralmente toleram um pH entre 5 e 8. O ideal é um pH entre 6 e 7,5 para Capsicum annuum e um pH entre 5 e 6 para Capsicum chinense.

 

Quanto a irrigação

      A pimenteira deve ser irrigada com frequência para manter o solo úmido, mas nunca deve permanecer encharcado.

 

Plantio

      As sementes de pimenta podem ser semeadas diretamente no local definitivo, mas o mais comum é semear em sementeiras, copos ou saquinhos de plástico ou papel. As sementes devem ficar a aproximadamente 0,5 cm de profundidade no solo. As sementes também podem ser colocadas sobre papel mata-borrão ou outro papel absorvente, mantido sempre umedecido e em local aquecido, até a germinação, quando são então transferidas com cuidado para o solo e cobertas com uma leve camada de terra peneirada.

      No solo as sementes germinam geralmente em 1 ou 2 semanas, mas as sementes de alguns cultivares podem apresentar dormência e podem levar um longo tempo para germinar. O transplante para o local definitivo é feito quando as mudas atingem de 8 a 10 cm de altura.

      O espaçamento recomendado varia com o porte da pimenteira e com as condições de cultivo. Geralmente o espaçamento adequado se encontra entre 20 cm e 60 cm entre as plantas, com linhas de cultivo espaçadas de 60 cm a 120 cm.

       A pimenta pode ser cultivada facilmente em vasos, mas estes devem ter um tamanho apropriado ao porte da pimenteira que será cultivada. Se quiser utilizar vasinhos personalizados, a Plantei lançou modelos exclusivos para plantar pimentas, com sistema de autoirrigação, confira aqui.

 

Tratos Culturais

      É importante lembrar de sempre retirar as ervas invasoras que estiverem concorrendo por recursos e nutrientes.

      Alguns cultivares precisam de tutoramento para as plantas não tombarem. Neste caso, amarre as plantas a estacas de madeira, mas sem restringir o crescimento dos caules.

      É muito importante usar luvas na colheita ou manuseio dos frutos de cultivares picantes. Se as pimentas forem manuseadas sem luvas, não toque nos olhos, nariz, boca ou outras partes do corpo sem antes limpar muito bem as mãos. Água não é eficiente para retirar a capsaicina da pele, pois esta substância não é solúvel em água. Contudo, é solúvel em álcool e em óleo.

 

Chegamos então a colheita

     A colheita das pimentas inicia-se geralmente de 80 a 150 dias após a semeadura, dependendo do cultivar e das condições de cultivo.

       A pimenteira é uma planta cultivada geralmente como anual, mas é uma perene de vida curta e em condições adequadas pode produzir bem por alguns anos.

E você, gosta de pimentas? Pronto para cultivar estas saborosas delícias? Aprenda a utilizar em suas receitas.

Essa receita vai para aquele cara que curte ser o churrasqueiro da galera. Aquele cabrón que adora salvar a pátria quando a fome bate forte naquelas noites regadas à cerveja artesanal, conquistando a galera pelo estômago. Sim, aquele mesmo: o masterchef do velho oeste acidentalmente nascido em terras tupiniquins.

Opa! Estamos falando de você? Então, saca só esse lombo com pimenta que vamos te ensinar. Mas antes disso, se você é cabrón de verdade, um entusiasmado chilli lover, você não vai querer usar qualquer geleia de pimenta basicona, vai?

Faça como a Bela Gil do faroeste e substitua-a pela SweetChilli Tradicional, clássica pimenta doce e suave da culinária asiática, ou o orgásmico e exclusivo SweetChilli Goiabada, ambos fabricados no velho oeste lá de Santa Cruz do Rio Pardo.

Mas, enfim, chega de enrolação. Vamos aos passos da nossa receita?

Reunindo os ingredientes

Preparando essa receita maravilhosa

Retire a gordura do lombo. Em uma forma, tempero-o com sal, pimenta, alho e ervas finas — tudo ao gosto do freguês. Espalhe essa pasta de tempero no lombo, certificando-se que ele está sendo muito bem acarinhado com todas as iguarias!

Após os temperos, coloque bastante azeite, cubra-o com papel alumínio e leve-o ao forno por 40 minutos. Após esse tempo, abra o lombo e coloque a cereja do bolo, ou melhor, a pimenta SweetChilli Tradicional, espalhando com um pincel ou com uma colher.

Volte o lombo por mais 15 minutos ao forno. Será o tempo dele dourar e o caldo ficar no ponto. Depois de dourar, retire-o do forno, fatie-o e regue com o caldo mágico produzido.

Voilá!

Mas você pensa que é só? Não! Se você, cabrón, não tiver ainda sua SweetChilli Tradicional, tudo bem, seu lombo não ficará desamparado, ou melhor, destemperado.

Materializando uma geleia de pimenta jogo rápido

  • 4 pimentas dedo-de-moça — lembre-se que a semente pode dar um boost decisivo;
  • 1 maçã ralada na parte grossa do ralador — tire a casca, ok?
  • 1 xícara de açúcar;
  • 2 dentes de alho;
  • Sal a gosto;
  • ¾ de um copo de requeijão de suco de laranja — são 200 ml.

Como preparar?

Leve ao fogo todos os ingredientes por aproximadamente 20 minutos. Lembre-se de não mexê-los na panela. Após esse tempo, retire os dentes de alho e aguarde a alquimia! Ela é finalizada após ficar fria.

Molezinha, não é?

Outras sugestões para poder apreciar a geleia de pimenta mais incrível do velho oeste de Santa Cruz do Rio Pardo, nossa adorada SweetChilli, é usá-la como entrada, cozinhando alguns vegetais em forma de palitos, ou até mesmo aqueles palitinhos típicos de couvert de restaurante, saca?

Tá bem! O lombo não foi encontrado e acabou rolando mesmo foi um churrasco? Experimente colocar a geleia de pimenta como acompanhamento de alguma carne suculenta. Tenho certeza que vai ser uma combinação explosiva!

Se quiser ousar mais um pouco, na hora da sobremesa ofereça brownie, sorvete de creme e uma pitadinha da geleia. A combinação de salgado com doce pode surpreender demais a turma.

Mas pode ficar sossegado, essa pimenta não é a pimenta mais hardcore do mundo, não! A mais punk não ficaria tão bacana nesse lombo como ficaria com geleia de pimenta, pode ter certeza! Mas, caso tenha ficado curioso, se liga na tal da pimenta mais ardida do mundo, aquela que nos olhos do outro parece refresco!

Que as pimentas podem ser ingredientes de receitas doces, ou aplicadas nos mais diversos pratos, já não é mais novidade, certo? Hoje em dia, tem gente fazendo chocolates, bolos, drinks e até mesmo geleias que mesclam picância e sabor. Há um leque de possibilidades ainda pouco explorado na culinária brasileira cotidiana, mas que você, cabrón antenado, pode utilizar para surpreender seus convidados, amigos, familiares e afins.

As geleias são versáteis. Dá para servi-las em brusquetas, em recheio de tortas, além de dar aquele toque todo especial ao file de frango. E quando se fala de geleia de pimenta, docemente picante, as possibilidades são muchas e ainda mais surpreendentes. Confira:

1 – Geleia em geral

A geleia perfeita necessita de uma combinação harmoniosa entre três elementos que funcionem tal qual guitarra, baixo e bateria: açúcar, pectina e ácido cítrico. O açúcar pode ser adicionado refinado ou em cristal, bem como pode estar presente pela adição das frutas que compõem as mais diversas receitas de geleias.

A acidez deve ser proveniente do ácido cítrico, que funciona como conservante do produto. Ele também pode ser adicionado por meio de frutas cítricas, tais quais laranja, maracujá, limão ou abacaxi. Já a pectina é considerada a “substância-alma” das geleias. Ela é o que dá a consistência que caracteriza a geleia.

A pectina pode ser adquirida artificialmente, porém ela também está presente na maçã e em outras frutas cítricas. Entender as possibilidades de combinações que podem ser feitas para atingir o esse equilíbrio é primordial no momento de escolher sua geleia de pimenta.

 

2 – O “problema” da pimenta

As pimentas não apresentam pectina, nem acidez suficiente para fazer uma geleia. E aí? Como a banda toca? Bom, é simples, busque esses outros elementos nas frutas, para que a pimenta chegue chegando com todo seu sabor, picância e aroma que tanto amamos.

Há frutas que têm um sabor mais intenso e outras menos. A maçã é uma que é capaz de conferir o sabor doce e a pectina sem afetar o sabor da pimenta que você escolheu. Já o abacaxi e o maracujá, tem notas mais ácidas que tornam o sabor mais marcante. Você pode escolher de acordo com seu paladar.

 

3 – A doçura naturalmente picante

O universo das pimentas é grande e variado. Elas podem proporcionar sabores e combinações infinitas para nós, amantes dessa maravilha. As “sweetchilli” são muito utilizadas por conter uma doçura própria, reduzindo assim a interferência do sabor das frutas utilizadas no processo.

Essas pimentas não são tão picantes como as malaguetas, por exemplo. Por isso, tanto malagueta, como dedo de moça, ou jalapeño podem ser adicionadas a parte para encabronar ainda mais a sua geleia.

 

4 – Para geleias mais sociáveis

Para aqueles que tem o paladar mais tranquilo, por assim dizer, as pimentas mais brandas, obviamente, são boas opções. Assim, as pimentas de cheiro são as mais indicadas para compor geleias deliciosas. As famosas pimentas biquinho ou as pimentas de cheiro do norte podem compor bem uma geleia para ser servida em uma entrada ou até mesmo num café da tarde.

No entanto, esteja atento, porque as pimentas de cheiro não têm um sabor tão marcante assim e a utilização das frutas precisa ser bem equilibrada no preparo para que não haja uma sobreposição muito grande no paladar.

Dentro dessa infinidade de sabores, há alguma que você recomenda? Compartilhe nos comentários alguma receita bem bacana com a gente com geleia de pimenta.

Quer comprar uma geleia de pimenta e não sabe onde? Conheça nossa SweetChilli Tradicional e a digníssima SweetChilli Goiabada aqui.